PONTOS DE VENDA

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PONTOS DE VENDA: União dos Escritores Angolanos; Rede de Supermercados KERO; Tabacaria GRILO (edifício do Mercado de Benguela); Livraria SUCAM, Benguela; Livrarias LELLO, MENSAGEM e na SALA DE EMBARQUE do AEROPORTO INTERNACIONAL 4 DE FEVEREIRO, Luanda

terça-feira, 31 de maio de 2016

Agora já é oficial | CRIANÇAS SÃO O TEMA DA EXPOSIÇÃO DE ESTREIA DO FOTÓGRAFO GOCIANTE PATISSA


Onze fotografias que retratam o quotidiano de crianças dos municípios do Lobito, Benguela, Balombo e Baía Farta constituem a exposição de Gociante Patissa, a primeira do autor enquanto fotógrafo, a ter lugar a partir das 10 horas desta quarta-feira (01/06) na Aldeia de Crianças SOS de Benguela, localizada no bairro Kapyandalu.

A exposição enquadra-se no programa de comemoração do Dia da Criança, que inclui a dança e outros atractivos. Gociante Patissa empresta o seu olhar autoral para retratar as aspirações, limitações, alegrias, liberdade criativa e a relação da criança com a natureza.

A. Lourenço, a curadora (in facebook)
A impressão do espólio para a exposição fotográfica foi feita na república do Kenya e contou com o patrocínio da educadora social Anaína Lourenço (Nina Loren, na foto), que é também curadora, uma amiga do autor desde os tempos do "Comboio de Amizade", um programa infanto-juvenil da Televisão Pública de Angola, entre 1996-97.

Gociante Patissa tem uma relação com a fotografia que data de 1993, na época do preto-e-branco analógico (a rolo) quando, ainda a caminho de completar 15 anos de idade, a procura de um emprego para sustentar os estudos da sétima classe o levou a bater à porta de um estúdio artesanal no bairro Santa Cruz, no Lobito. Depois de alguns anos como aprendiz, viria a trabalhar por conta própria como retratista ambulante, usando uma máquina compacta a rolo de um irmão seu.

O compromisso mais sério com a fotografia digital viria a reacender em 2013, uma vez em posse de uma máquina Nikon D3100 que recebeu de oferta do seu chefe numa empresa do ramo da aviação. Intensificou-se a partir dali a aprendizagem auto-didacta, não perdendo cada oportunidade que surge de interagir com nomes de referência na fotografia feita em Benguela e em Luanda. A sua motivação junta o turístico, o artístico e alguma intervenção para a cidadania.

2 comentários:

Manuel Luis disse...

Tal como eu mas ainda mais cedo! Tudo vale a pena.

Angola Debates e Ideias- G. Patissa disse...

De facto, olhando para trás, o sofrimento de ontem serviu de degraus para ascender. Cumprimentos de Benguela, caro Manuel Luís