PONTOS DE VENDA

PONTOS DE VENDA
PONTOS DE VENDA: União dos Escritores Angolanos; Rede de Supermercados KERO; Tabacaria GRILO (edifício do Mercado de Benguela); Livraria SUCAM, Benguela; Livrarias LELLO, MENSAGEM e na SALA DE EMBARQUE do AEROPORTO INTERNACIONAL 4 DE FEVEREIRO, Luanda

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Em linhas tortas (48)

Tive hoje a oportunidade de fazer dupla, a primeira que espero de muitas, com o meu querido sobrinho Francisco Cataca, Juli, o jovem que empreende com a marca Cataca Fotos. Fomos fotógrafos secundários e voluntários do casamento de um primo meu, cujo pai é das pessoas mais presentes e prestativas na minha família paterna, pelo que toda a retribuição é pouca. Olho para o Juli como promissor herdeiro, pois faz parte de uma geração que tem maiores oportunidades de singrar no ofício da fotografia (conhecimentos, tecnologia, maior margem de manobra para criar), pelo que não me arrependo de há três anos ter colocado em suas mãos a primeira máquina DSLR da minha vida (Nikon D3100) para que desse seguimento ao "chamado" da arte. De lá para cá, o rapaz tem crescido por conta própria, o que só pode deixar babado o seu tio Sua Excelência Eu, que se lançou ao mercado do emprego (aos 14 anos) como aprendiz de fotógrafo ao tempo do preto e branco. Mas o bicho vinha já de longe. Enquanto Comissário Comunal (administrador) da Equimina, o meu pai, Victor Manuel Patissa, tentou em meados da década de 1980 no negócio, incentivado pelo seu irmão menor, Valeriano Manuel, que lançara os primeiros passos bem no início dos anos 70. Não resultou. Andei eu nos retratos ambulantes entre 1996-1999. Pronto, ainda era só isso. Obrigado.www.angodebates.blogspot.com

Humor

Um tipo entrou numa drogaria para comprar veneno para ratos.
- Tem veneno para ratos?
- Sim, vai levar? - perguntou-lhe o empregado.
- Não! Vou trazer os ratos para comerem aqui. 
(sem identificação de autor)

Áudio | Colóquio sobre ESTUDOS DE AUDIÊNCIA na Rádio Benguela com Gociante Patissa 24.05.2018

Na condição de académico e amigo de pesquisas, Gociante Patissa (só para que conste, jornalista de alma e comunicador incorrigível) foi no dia 24 de Maio de 2018 o interlocutor do COLÓQUIO SOBRE ESTUDOS DE AUDIÊNCIA. Foi uma co-produção da Rádio Benguela e do Etimba-Fest, ainda no quadro dos festejos dos 401 anos da cidade de Benguela. Com 44 minutos de áudio, a sessão em directo foi moderada nos estúdios da RNA pelo jornalista Gilceu de Almeida. Como era já perto da hora do almoço (10h30-11h40), o orador achou por bem ir petiscando alguns “s” que originalmente fariam plural de algumas palavras. Ainda era só isso. Obrigado. Serviços de apoio a Sua Excelência Eu. Benguela, 24 de Maio de 2018 | www.angodebates.blogspot.com

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Quando se cumpre a profecia do nome na política brasileira. O presidente Temer, a temer, não se candidata. Ainda era só isso. Obrigado

"A União dos Escritores Angolanos só existe na alma dos seus membros. Enquanto espaço físico está interdito." José Luís Mendonça

"Mais vale uma palavra a tempo do que duas mais tarde".Que doutrina do Direito impede tomada de posição pública contra um crime?

Não é verdade que apenas o confrade JL Mendonça repudiou o silêncio da União dos Escritores Angolanos no caso da morte do guarda

Alta patente policial detém suspeito, que depois morre espancado na cela. Há moral de exigir confiança na investigação da polícia?

terça-feira, 22 de maio de 2018

Diário | Mas ele é doutor de formação?

"Marido, afinal é o quê? Voltaste do serviço todo cabisbaixo, tipo deprimido..."
"É o chefe, querida... O chefe não pode fazer isso comigo!"
"O que foi?"
"O chefe agora estragou..."
"Está a beber muito?"
"Não."
"Está arrogante? Ameaçou despromoção?"
"Não, amor. É ainda pior..."
"Pior como?"
"Acho que quer me tirar o pão dos meus filhos..."
"Como assim?"
"Ontem já me orientou a parar de lhe tratar por Excelentíssimo Líder doutor que Deus nos deu..."
"Parece comprido o título, né?"
"Mas sempre foi assim. Mediante a cor do fato que ele enverga, eu tenho uma forma de mostrar honra ao chefe que Deus nos deu..."
"E então?"
"Ontem já me orientou a parar de lhe tratar por Excelentíssimo líder doutor... Ele disse que não fazia sentido lhe tratar por Excelentíssimo líder, uma vez que a empresa este ano esteve muito abaixo das metas. Se a produção é baixa, diz ele, o líder não pode ser excelente. O que é que isso tem a ver, amor?!"
"Hum... Então o problema é só mesmo este?"
"Hoje mais, assim que cheguei ao serviço, como sempre, bati à porta, ele falou entra. Aí entrei, passei um paninho para tirar a poeira da mesa dele, limpei a teia de aranha que escapou ao pessoal de limpeza, avisei que tinha um pouco de pó no sapato e que o atacador estava quase a desactar. Saudei 'Bom dia Doutor! E ele me travou, ah, não, pára com isso de doutor!', já viste?!"
"Mas ele é doutor de formação?"
"Ainda não."
"Então é mestre?"
"Ainda não."
"Licenciado?"
"Ainda não..."
"Então, se o outro só tem o médio feito, por que raio é que lhe tratas por doutor?!"
"É minha cultura. Eu sou mesmo assim, sempre fiz isso nestes 15 anos... Sendo ele meu chefe, para mim já é doutor. Se não elogiar o meu chefe por cada dia que nasce, não vou-me sentir incompleto?"
www.angodebates.blogspot.com | Gociante Patissa | Catumbela, 22.05.2018

segunda-feira, 21 de maio de 2018

“NÃO TEMOS SALAS DE ESPECTÁCULOS EM LUANDA”, KATILIANA | Grande entrevista exclusiva com a cantora (3ª parte final)


Nesta terceira e última parte da grande entrevista que a cantora Katiliana Kapindiça concedeu ao Blog Angodebates no dia 15 de Maio em Benguela, lançamos uma provocação quanto ao que ela faria caso fosse Ministra da Cultura, aquele sector que é dos mais criticados, sobretudo pelos próprios artistas e fazedores de cultura. A nossa interlocutora reagiu com um suspiro ao inesperado cenário mas não deixou de apontar as vulnerabilidades das políticas culturais de um país soberano há tão-somente 43 anos e sugerir caminhos para quem tem ouvidos para ouvir. Já que é de política que falamos, quisemos saber da “menina” o grau de expectativas da era João Lourenço, que sucede aos 38 anos de presidência de José Eduardo dos Santos. Nesse quesito, a viajada Katiliana, que aponta a corrupção como o maior e pior cancro de Angola, prefere ficar-se apenas pela esperança, pois entende que o optimismo seria uma fasquia muito elevada e passível de desilusões. Entende que o presidente Lourenço tem vontade de estabelecer um novo começo mas não sabe bem por onde começar nem parece ter o apoio da maioria.
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OUVIR O ÁUDIO
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Angodebates: Querendo ou não, essa mudança de presidente está a suscitar outras mudanças e expectativas. A Katiliana vê com olhos de optimista ou acha que vai manter na mesma? Que Angola é que vê nascer? Está a nascer uma nova ou é a mesma?

Katiliana: Não me posso garantir como optimista mas com esperança. Porque eu acho que há uma diferença entre estar optimista e a esperança.

Angodebates: Os indicadores não são suficientes para alimentar o optimismo?

Katiliana: O optimismo é uma coisa que, assim para os religiosos, se compara com a fé. Eu estou optimista e vejo que vai mudar.
 
Angodebates: A Katiliana não se quer iludir? (risos)

Katiliana: Não! Sinto que esse nosso presidente está com uma forte visão de poder mudar o país. Vê-se que há aquele interesse de ‘eu quero mudar o país!’, não é? Só que é necessário que haja ali uma maioria e não uma minoria que o possa apoiar nos seus pensamentos.

Angodebates: Sobretudo os detentores de capital?

Katiliana: Exctamente. É necessário que tenha apoio de todos, que ele também assim se sente motivado a ter ideias para avançar com o país. E nós sabemos que foram 38 anos de governação do mesmo presidente. Então vai ser mesmo muito difícil porque nós, angolanos, estamos muito habituados com a governação antiga. Mudar isso não vai ser do dia para a noite. É um processo gradual. É essa esperança que eu tenho porque nem mesmo em cinco anos de governação que ele tem, não vai conseguir fazer nada porque há muitas questões que devem ser resolvidas, e ele não sabe também por onde começar. Então ele deve começar num tema, neste caso o tema da corrupção, que eu considero o maior cancro que a nossa sociedade deve ter

Angodebates: Maior e pior.

Katiliana: Maior e pior. Muito complicado. Para se acabar com isso, ainda vão-se levar muitos anos. E a própria mentalidade do angolano também tem de mudar.

Angodebates: Se fosse Ministra da Cultura mudaria o quê?

Katiliana: Ai, meus Deus!!!

Angodebates: Do ponto de vista de políticas de estado. Tem-se visto – estou já a influenciar, não sei se vai concordar comigo. Mas nota-se que a Cultura, como ministério, dá um apoio, me parece, desproporcional em comparação com outras manifestações culturais. Não sei se tem a mesma visão. Parece-me que há muito investimento no carnaval, que no fundo é efémero, só dura um dia.

Katiliana: Exactamente. Eu acho que nós não nos podemos só concentrar em dias ou épocas alusivas a certas datas. Olha, aconteceu o carnaval, e tem que haver investimento. Eu acho que o país é mais do que isso. Há muito talento, o angolano é muito talentoso. E é necessário em primeiro lugar que se criem estruturas para que estas estruturas possam sustentar estas pessoas que têem o talento bruto e possa ser lapidado. Investir na educação cultural artística. Quando eu digo artística não é a dança só.

Angodebates: Em Luanda há um Instituto de Formação Artística, penso.

Katiliana: Um?! Você acabou de falar agora de um. Acha que um é suficiente para nove milhões de pessoas e quiçá para umas províncias saírem daqui para irem para lá? Temos de ter mais escolas, não é? E se nós quisermos seguir um padrão supostamente digno, dito moderno ou geopolítico, nós temos de imitar muitos países europeus, como a França. Quase todos os artistas, Picasso, Da Vinci, tiveram uma formação de base. Cuba, que se calhar não é um dos países de grande poder financeiro, mas a nível de formação o Fidel fez questão de firmar isso para a população. Qualquer pessoa lá pode formar-se.

Angodebates: Com qualidade. É dos maiores legados que um presidente pode deixar.

Katiliana: Exactamente. E eu acho que se não houver um tecido humano que possa gerir aquele prédio, e nós temos imensos prédios que estão a nascer lá para aqueles lados da marginal, mas eu me pergunto: será que temos pessoal formado, angolanos?…

Angodebates: Pois, porque o estrangeiro depois não transfere o conhecimento… compreendo.

Katiliana: Ele vem para ajudar, e nós agradecemos por isso. Vem para contribuir e é muito bom.

Angodebates: Mas tem uma data de validade.

Katiliana: Sim, tem uma data de validade. Ele depois vai, não é? Ele diz, ‘olha, eu já criei as bases mas vocês têem de dar continuidade porque isto é o vosso país.’ Então eu me pergunto: será que aquelas estruturas que estão ali, salas climatizadas, casas de banho que se calhar eu talvez num país desenvolvido ainda não encontrei mas já encontrei aqui em Angola, mas eu me pergunto: será que aquele pessoal está capacitado para isso, está formado para isso? Para que isso exista, é necessário haver um maior investimento na formação. A formação é importante em qualquer parte. Formação e SAÚDE.

Angodebates: Quem fala disso, do seu receio, tem como exemplo mais recente os estádios. Foi um investimento grande que não está a ser nem sustentável…
Katiliana: Está a dizer estádios de quê?

Angodebates: De futebol. Estes enormes estádios que foram construídos. Tanto não estão a ser usados, alguns, como nem beneficiam de manutenção…

Katiliana: Exactamente. Olha, já nem vou falar desta parte de manutenção porque até estão ali atirados, e aquilo só foi para uma suposta época que tinha que acontecer mas depois acabou…

Angodebates: CAN [Campeonato Africano das Nações] de 2010.

Katiliana: Exactamente. E não houve mais seguimento para aquilo. Então se é por épocas que aquilo só serve, nós, que não temos… Como é que se chama em Luanda? Largada de touros, não é?

Angodebates: Tourada.

Katiliana: Pois, a Tourada! Se calhar estão à espera de um estrangeiro apostar naquilo e fazer um coliseu. Porque nós não temos salas de espectáculos. Em Luanda nós não temos. Se fores, por exemplo a Lisboa, vais encontrar o Meo Arena, que agora já é o Altice, não é? Mas aquilo tem uma estrutura própria, criada. E nós não temos. Angola é tão riquíssima, e ainda só está concentrada nos petróleos, nos diamantes, os recursos naturais. Eh pá, e ainda por cima quererem investir lá fora. Invistam no país!
FIM

Nota: Aceda à primeira parte da entrevista aqui, para a segunda clicar aqui.

Em linhas tortas (47)

Na manhã seguinte à noite do infortúnio, sua excelência eu madrugou em direcção ao Lobito-Velho onde já no ano passado foi socorrido por uma loja de vidros de automóveis. Posto no local, um balde de água morna. Aquilo hoje é cantina do maliano. Aqui não era a loja de vidros? Sim, mas agora trocou, responde o irmão oeste-africano. Por sorte, as novas instalações não ficam muito distante. Por acaso até a mudança foi para melhor, um edifício mais espaçoso e com estacionamento confortável. Ah, espelho para este carro é difícil, isso é versão 2015, só temos para yaris 2012. Mas então, se no ano passado vocês substituíram o vidro que o assaltante quebrou, o simples espelho do retrovisor é que não conseguem achar? Bem, se quiser pode encomendar mas assim terá de comprar o retrovisor inteiro. O tempo que vai demorar já é que ainda não sabemos. Agora, sim, balde de água fria. Sua excelência eu parte para bater à porta de outro estabelecimento especializado. Também não havia, mas remediavam. Ao encomendar expliquei ao atendedor lá que o vidro foi roubado na quarta-feira (ontem). Ele, cheio de pena, empatia e vontade de ajudar, respondeu: "Assim só chega na próxima quarta. A maka é que atrasaste. Se viesses já na segunda-feira, amanhã mesmo o espelho chegaria nas tuas mãos". Ou seja, dois dias antes do roubo eu deveria já encomendar o bem roubado. Aí pensei no Angosat-1. E pronto. Ainda era só isso. Obrigado. www.angodebates.blogspot.com

Humor | Lê o teu livro

Um amigo de um colega meu escreveu um livro intitulado "Como Conseguir Dinheiro" e agora ele precisa de dinheiro para publicar o livro. Aí foi então pedir patrocínio. Só lhe responderam "lê o teu livro". É para ele aprender!
(Conforme recebida via whatsapp, sem identificação de autor)

“SE TU NÃO ÉS KIZOMBEIRO, ÉS AFASTADO”, KATILIANA | Grande entrevista exclusiva com a cantora (2ª parte)


Aos 18 anos despontou para o estrelato ao participar em concursos musicais com a envergadura que se pode imaginar de estações como a SIC e a RTP. No primeiro, buscando vingar nos “Ídolos”, no segundo, chegando à final da “Operação Triunfo”. É da angolana Katiliana Kapindiça que falamos, formada em música pela Universidade de Leeds, na Inglaterra, e dona de uma plasticidade interessante. Vocalista, já fez coros para um dos elementos Semba Master, Lanterna. Fez ainda “algumas coisinhas”, assim lhes chama, no hip-hop, para além da participação numa música gospel de Jeff Brown e Jay Lorenzo. Tem em vista um CD mas nisso vai com cautela, acredita que precisa de divulgar mais o seu trabalho, uma lucidez de quem afinal já apagou 30 e tal velas. De volta há dois anos ao país que a viu nascer, vai-se dando a conhecer no areópago artístico por conta do seu vozeirão e energia em palco. Nesta segunda parte da grande entrevista exclusiva que concedeu ao Blog Angodebates, Katiliana, com a sempre invejável perspicácia, critica vícios dos meandros do mercado musical, vícios estes que tanto excluem, como empobrecem o crescimento.
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Blog Angola, Debates & Ideias (Angodebates): A outra pergunta que eu ia colocar é a seguinte: em tempos a TPA passou um show de jazz, creio, de vários artistas e uma delas é a Katiliana. Há, assim, entre nós uma tendência de associar a marca artística Katiliana ao jazz. Com que estilo é que mais se identifica? Como é que posiciona?

Katiliana: É assim, eu acho que sou uma ecléctica, não é? Se me perguntares, por exemplo, fora do jazz ou fora do soul music ou, por exemplo, do blues ou da nossa kilapanga, masemba, a própria música que o Ndaka faz (que é muito riquíssima), não vai acreditar. Mas eu gosto de ouvir coisas assim completamente que não têem nada a ver comigo…

Angodebates: Coisas assim experimentais?

Katiliana: Vou-lhe dar um exemplo, o heavy metal. Eu oiço, mas não oiço no sentido de gostar, mas sim no sentido de auto-didáctico…

Angodebates: Ouvir para pesquisar?
 
Katiliana: Pesquisar por que é que eles fazem aquele estilo de música, as mensagens são muito obscuras, são muito obscenas, são muito associadas à religião, portanto criticar a religião, está a ver? E eu gosto muito de pesquisar sobre estes assuntos bastante pertinentes.

Angodebates: A sua família como é que olha para a sua carreira, como é que olha para os desafios, a própria envolvência musical, por exemplo estar neste momento em Benguela? Ou seja, recebe apoio, recebe aceitação?

Katiliana: Muuuuito! Às vezes, se calhar, eu penso que eles é que são as Katilianas e eu sou…

Angodebates: Já tem família própria?

Katiliana: como?

Angodebates: Já tem família própria, constituída?

Katiliana: Não, ainda não. Não sou casada e ainda não tenho filhos.

Angodebates: Pois, isso se calhar dá-lhe um bocadinho mais de flexibilidade?

Katiliana: A minha família… eu tenho pessoas da família que também cantam…

Angodebates: Ai, é? Qual é o grau de parentesco com essas pessoas?

Katiliana: Tios-avôs. O Elias Dya Kimwezu também. Ele é como se fosse assim um primo como irmão do meu pai. Da parte do meu pai. Da parte da minha mãe tenho a tia Lourdes Van-dúnen (falecida). Ela era minha tia-avó.

Angodebates: Então é uma questão genética, não é?

Katiliana: Pois. Mas, pronto. Assim da família mais próxima é portanto o pai, a mãe, os primos assim mais próximos, estão sempre a apoiar, estão sempre a ajudar. Inclusive houve uma altura da minha vida que eu acho que a música já não era uma grande prioridade, e eles foram assim uma fonte fortíssima para me dar apoio. Porque eu disse que não, já não quero mais cantar.

Angodebates: Essa desmotivação era porquê?

domingo, 20 de maio de 2018

Colectânea de contos chega às bancas em Julho | GOCIANTE PATISSA E ACÁCIAS EDITORA CELEBRAM CONTRATO DE PUBLICAÇÃO DE «O HOMEM QUE PLANTAVA AVES»

Cassua (Acácias Editora) e Patissa (escritor)
Tal como havia sido anunciado pelos serviços de apoio a Sua Excelência Eu, o contrato para a publicação da edição angolana do livro e contos «O Homem que Plantava Aves», o oitavo da safra do escritor Gociante Patissa, foi celebrado durante as festividades da cidade de Benguela, jornada que decorreu de 16 a 20 de Maio, conforme ilustra a foto em que aparecem o autor e o senhor Adilson Cassua, na qualidade de representante da marca editorial com sede em Luanda.

Para Gociante Patissa, o acto reveste-se de um simbolismo redobrado por formalizar um processo de “namoro” que iniciou há precisamente um ano. Confidenciou haver uma pequena diferença entre este e os demais cinco títulos que o autor publicou em Angola, cujos processos se deram apenas de forma verbal, no tradicional acordo de cavalheiros, nunca se tendo assinado papel como tal.

Já para a editora, a presença em Benguela, onde estabeleceu parcerias com agentes directos e indirectos do sector livreiro, dá a garantia de, não apenas distribuir de forma dinâmica a obra, mas também organizar uma cerimónia de lançamento em grande, estando já a gizar alguns atractivos de surpresa.

O livro circula apenas no mercado brasileiro, onde tem merecido resenhas bastante favoráveis de diversos blogs e nas redes sociais, a par da imprensa convencional. Saiu no ano de 2017 pela Editora Penalux, com sede em São Paulo, que o "encomendou" durante a presença há dois anos do autor na Feira do Livro de Frankfurt, na república da Alemanha, a convite do Goethe-Institut.

Benguela, 20 Maio 2018 | www.angodebates.blogspot.com

sexta-feira, 18 de maio de 2018

“CUSPIRAM-ME NA CABEÇA”, KATILIANA | Grande entrevista exclusiva com a cantora (1ª parte)

Katiliana Kapindiça juntou-se às comemorações dos 401 anos da cidade de Benguela, tendo animado a primeira noite do Acácias-Fest, na companhia de outra figura relevante do Afro Jazz, o Ndaka Yo Wiñi. Mistura de Bié com Luanda, Katiliana teria o essencial em termos de valências para ser cantora de sucesso no mercado angolano, a saber, um rosto lindo e uma fisionomia vistosa, mas ela foi mais longe: tem mesmo um talento e também sólida consciência cidadã. A sua veia musical pode-se dizer que é sanguínea, ou não tivesse parentesco com Elias Dya Kimwezu e com Lourdes Van-dúnem. Bem formada e com o dom da palavra, a conversa com ela flui de tal modo que nem damos conta do tempo passar. Esta é a primeira parte de uma grande entrevista exclusiva que concedeu ao Blog Angodebates. Falamos de tudo um pouco, a começar pela sua experiência de adolescente a viver na diáspora (marcada por actos de racismo no ambiente escolar). Falou também do lado bom, com destaque para a participação na OPERAÇÃO TRIUNFO, concurso musical da RTP em Portugal, a vivência na Inglaterra e dos dois anos de retorno a Angola. Katiliana tem uma visão profunda das coisas, coloca o dedo na ferida das makas da coisa cultural e não deixa de sugerir caminhos para quem tem ouvidos para ouvir.
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Blog Angola, Debates & Ideias (Angodebates): A Katiliana é uma daqueles talentos que entram em nossas vidas num contexto de apelo à união para apoio. Porque para muitos de nós, a Katiliana surge na “Operação Triunfo”. Penso que já andará farta de falar disso, mas gostaria um bocadinho que contasse, assim em termos de retrospectiva, como é que foi a experiência.

Katiliana: Muito antes da “Operação Triunfo” eu já tinha… Praticamente eu lancei-me no “Rádio Pió”. Exacto. Foi basicamente, em 1989-90, em que na altura nós vivíamos no bairro do Kassenda. E dali para aquela zoa do 1.º de Maio, onde se destacava a Rádio Nacional (RNA), não havia vagas de creches. Então, os meus pais colocaram-me a mim e a minha irmã na creche da RNA. E posteriormente, a senhora Maria Luísa Fançony, uma das mentoras do projecto “Rádio Pió”, teve a amabilidade de o relançar novamente. Eu fui uma das crianças [contempladas] naquela altura(…)

Angodebates: Deduzo que é natural de Luanda.

Katiliana: Sim, sou. Sou de Luanda mesmo.

Katiliana: E entretanto, logo tive várias actividades, desde a dança ao teatro. O canto não digo muito, mas mais o teatro e a dança. E obviamente como já tinha muitos artistas antecedentes a mim, neste caso o Mamborrô, o Lucas de Brito (que agora é Maya Cool), o Ângelo Boss também…

Angodebates: E a Isidora Campos?

Katiliana: Também, mas trabalhei mais com estes. Tive a possibilidade de trabalhar com eles, principalmente com o Maya Cool. Depois, foi aí que surgiu a “Operação Triunfo”. Foi assim, digamos, um pontapé, mas muito antes da “Operação Triunfo” eu também tinha participado nos “Ídolos”, mas era em castings, para ser apurada. Pronto, e infelizmente fui eliminada. Fiquei entre os 50 melhores…

Angodebates: O que não era nada puco (risos).

Katiliana: Exactamente. Porque só por dia de audições, eram por aí 3 mil pessoas. Então, estar entre os 50 melhores, nos “Ídolos”, já era muito bom.

Angodebates: A sua vivência na diáspora é contabilizada em quantos anos?

Katiliana: Eu cresci praticamente em Portugal. Os meus pais, em 1997-98, decidiram emigrar porque também na altura o país não estava em condições. Na altura tinha para aí os meus 13 quase para 14 anos.

Angodebates: Adaptou-se facilmente?

Katiliana: Não, não! Não foi fácil.

Angodebates: Principais dificuldades quais foram?

Katiliana: Racismo! O racismo foi assim algo que eu… Eu nunca soube o significado da palavra racismo, até estar num território europeu.

Exªs, agora, segundo a lei de repatriamento de capitais, quem estiver de aniversário é que dá prenda. Ou entendi mal? Está doce️

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Uma proposta literária de autoria improvável | "Acasos e Melomanias Urbanas" no regresso de Luís Kandjimbu

No dia em que a cidade de Benguela completou 401 anos desde a sua fundação pelo português Cerveira Pereira a 17 de Maio de 1617, Luís Kandjimbu, um proeminente cosmopolita filho da terra e radicado em Luanda, depois de uns anos dedicados à diplomacia na Europa, fez questão de regressar para apresentar e autografar o seu livro de crónicas intitulado "Acasos e Melomanias Urbanas", que mescla cenas reais e cenas ficcionadas.

É a mais recente obra do autor, publicada sob chancela da Acácias Editora, coleccção Troncos da Literatura. As crónicas narram vivências nostálgicas, tendo a boemia como pano de fundo e colocam duas artes em diálogo, sendo a literatura e a música popular urbana angolana nas décadas de 70 e 80 do século 20.

Utilidade pública | Atenção, Licenciados em Engenharia, Informática, Electrónica e Telecomunicações. ABERTO CONCURSO PÚBLICO NA ENANA ATÉ 21 DE MAIO. É para provimento de vagas na carreira de Técnicos de Telecomunicações Aeronáuticas. Não exigem experiência profissional

Mais informações neste anúncio do Jornal de Angola de hoje.

Humor | Manual de procedimentos do assaltante

Certo assaltante, em pleno exercício de funções, pula o muro da residência de missionários na pacata vila da Catumbela, que tinha no seu quintal uma marcenaria com materiais e ferramentas valiosíssimos. A residência não tem guardas, ou porque os celibatários o dispensassem ou porque não tinham condições de o remunerar. Disso andava bem informado o profissional do roubo. A noite é de cacimbo, tudo o que pessoas normais podem querer é aconchegar-se bem fofinhos na mantinha. O gatuno até já faz contas do quanto irá ganhar. Para seu azar, um dos padres, sabe-se lá por que insónias, acorda e flagra o gatuno. Instantes depois, os demais residentes se juntam. O resto é amarrar o gatuno, palmatória preparada e tudo para aplicar um correctivo. "UM PONTO DE ORDEM!", exclama o ladrão, para a surpresa dos donos de casa. "SENHOR PADRE, É ASSIM: PRIMEIRO AINDA NÃO É BATER. ACONSELHEM!"

(Adaptaçao da cena contada pelo Hito Virgílio, amigo de adolescência, no bairro Santa Cruz, Lobito) | www.angodebates.blogspot.com

“Palavras sentidas à madrugada” marcam estreia de Rosa Santos

A escritora Rosa Santos colocou ontem à disposição do público amante da literatura “Palavras sentidas à madrugada”, título da sua obra de estreia. Inscrita nas comemorações dos 401 anos da cidade de Benguela, a cerimónia de lançamento teve lugar no Museu Nacional de Arqueologia, à praia Morena. O livro traz 48 páginas e reúne poemas, na sua maioria líricos e datados, que vão do ano 2000 a 2017. A apresentação formal da obra esteve a cargo do radialista e médico Aldemiro Cussivila.

(arquivo) Crónica | Em que estou a pensar? No milagre das rosas...

Texto: Arlindo Macedo (cedido pelo próprio)

Meu amigo enviou um e-mail contando o milagre dele, mas não das rosas, sim do carro. Vou repassar: «Pela primeira vez na minha vida, por curiosidade, na semana passada fui a uma reunião da tão criticada Igreja Universal para ver como é que aquilo era. O Pastor aproximou-se do lugar onde eu estava. Olhou-me fixamente e, apontando-me o dedo, disse “ajoelha-te, irmão!”. Ajoelhei-me, ele colocou então as mãos na minha cabeça e clamou em voz alta: “Você vai caminhar, irmão”. Eu respondi-lhe baixinho: “Mas não tenho nenhum problema de locomoção”. Ele nem ligou e continuou, agora gritando: “Irmão, você vai caminhar!!!”. Toda a Assembleia, com as mãos ao alto, começou a gritar e a chorar: Ele vai caminhar! Ele vai caminhar!!!” Mais uma vez, tentei explicar que não tinha nenhum problema com meus membros inferiores, mas foi em vão. Ele nem ouvia. Cada vez mais forte e com mais energia, ele repetiu: “Você vai caminhar!!!”, enquanto a Assembleia entrava em transe gritando ainda mais forte: “Irmão, você vai caminhar!!!”Sem saber o que fazer deixei-me ficar quieto até ao fim da sessão. Quando o acto acabou, deixei a Assembleia e, acreditem ou não, o pastor tinha razão: Tinham-me fanado o carro!!!...»
Maio 2015

Um elogio aos profissionais do roubo neste 401.º aniversário de Benguela

Parece que há na cidade de Benguela algum criativo com o plano de montar peça por peça um carro do tipo que sua excelência eu tem. Vai daí, entendeu dar o ponto de partida roubando a parte espelhada do retrovisor direito. 
Isto aconteceu entre 19h40-20h30 de quarta-feira (16/05/18), o tempo que o carro esteve estacionado junto da CNE, enquanto jantava com amigos no restaurante que fica na margem oposta, cidade iluminada e tudo. Deve ser do tipo vaidoso o larápio, a julgar por iniciar logo pelo espelho. Creio que no final de cada dia, cuidará de conferir as rugas do rosto, de modo que a conclusão da montagem do carro com peças roubadas aconteça antes do limite de velhice. É só não esquecer de nos convidar no dia da inauguração. Mas não guardo ressentimentos, afinal gente competente merece um elogio. Deixo aqui votos de continuação de boas festas da cidade e um conselho... Meus irmãos profissionais do roubo, carro está difícil, este está com sua excelência eu há quatro anos. O segredo é cuidar bem, a vida não está fácil para ninguém. Até porque eu só não inicio a roubar para não lhes fazer concorrência, pois sei que o emprego está difícil. Mas, faxavori, roubai com moderação, excelências. Ainda era só isso. Obrigado | www.angodebates.blogspot.com

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Em linhas tortas (46)

Afinal não morreu. A contestação do Movimento Tolerância Linguística (MTL) ao livro "Ensaboado & Enxaguado - Língua Portuguesa & Etiqueta", do jurista e professor José Carlos de Almeida, lançado em 2010, evolui agora para um apelo aos empresários visando patrocinar a edição de um outro livro da autoria do referido movimento. Para o efeito, uma conta bancária foi disponibilizada para arrecadar donativos.

Em nota publicada pelo Club-k, o MTL argumenta que o livro na forja, "Enxaguando a língua ensaboada - Lições de gramática e linguística portuguesa(s)", para além de servir como corrector gramatical e sociolinguístico, "surge como um instrumento defensor e promotor, embora não tenha uma gramática externalizada, do Português Angolano, língua materna de muitos, aquele português falado por uma boa parte de angolanos, letrados ou não, em situações formais ou não."

O assunto arrasta-se há mais de dois anos, tendo inclusive movimentado uma manifestação pelas artérias da cidade de Luanda no dia 16 de Julho de 2016. Mas já naquela altura, a "causa" do MTL, um grupo de estudiosos da língua, de estudantes e de professores de língua portuguesa, era vista com certo cepticismo por parte de quem não conseguia divisar até que ponto o ângulo de intervenção (um livro sem cariz institucional) é representativo, relevante e pertinente, num país com tantos problemas estruturantes no campo da pesquisa e do ensino. Houve quem lhes acusasse de invejosos e imaturos, e que estariam involuntariamente a promover o livro com a "feroz" contestação do mesmo.

Auto-intitulado escritor, José Almeida (que não é formado em linguística, pelo que presta um serviço de "curioso") pode ter-se excedido no tom normativo e punitivo com que tricota as linhas do "Ensaboado e Enxaguado", para além do defeito de não alistar a bibliografia consultada, como bem mandam as regras da honestidade intelectual. Ainda assim, está no seu direito de se exprimir quanto ao que julga saber, no caso vertente usando o formato do livro. Da mediatização de eventuais "dislates", dando-lhes peso de "português correcto", os próprios órgãos de comunicação social (principalmente a rádio e a TV que fazem dele um modelo de referência) levam parte da culpa, por omissão do crivo que seria a figura do editor de cultura.

Outras vozes academicamente autorizadas já esgrimiram os seus argumentos nas páginas do jornal O País, aqui a destacar o jornalista, docente, escritor e crítico literário António Quino, para quem o autor de Ensaboado & Enxaguado, ao tentar impôr uma norma estática e que ignora a contribuição das línguas e linguagens locais, a par da deturpação do significado de alguns verbos que o livro diz não existirem (quando na verdade estão correctos), revela desconhecer aspectos básicos da sociolínguística e da pragmática.

Na matéria estampada ontem pelo club-k, o internauta Rodrigo Assis faz uma chamada de atenção aos contestatários: "A ideia é boa, mas seria melhor se estudasse[m] as línguas nativas, até porque a língua portuguesa está bem servida e com vasta comunidade, enquanto que o nosso kimbundu, umbundu, fiote, ngangela, tchokwe entre outras precisam de mais atenção para que se evite a extinção."

Ainda era só isso. Obrigado. Gociante Patissa | Benguela, 16.05.2018 |www.angodebates.blogspot.com e www.ombebwa.blogspot.com

Ao vivo hoje com entradas grátis em Benguela | NDAKA YO WIÑI ABANDONOU CARREIRAS NOS PETRÓLEOS E NA BANCA PARA SER MÚSICO

Ndaka Yo Wiñi ensaiando com grupos folclóricos
do Bocoio e Dombe Grande.
Os músicos Ndaka Yo Wiñi, Madalena Kassapi e Katiliana Kapindiça, vindos de Luanda, são cabeças de cartaz da primeira noite de espectáculo no «Acácias-Fest 2018», nesta quarta-feira (16/05), pelas 21 horas, numa iniciativa da cervejeira Cuca alusiva aos 401 anos da cidade de Benguela. O palco está montado no Museu Nacional de Arqueologia.

Ndaka Yo Wiñi, em umbundu A Voz do Povo, 37 anos, natural do Lobito, reside em Luanda. Prevê lançar em Julho o seu primeiro álbum do género Afro jazz, intitulado «Olukwembo». Cultor do estilo folclórico Olundongo, da região sul de Angola, alvo de fusões com diversas sonoridades, ganha notoriedade nos três últimos anos, fruto do seu talento e de sua ousadia. Aliás, ousadia é já um traço saliente da sua identidade artística.
  
Abandonou uma próspera carreira no ramo petrolífero, especialidade de engenharia química, para seguir a vocação da música. Pelas mesmas razões abdicou a carreira de gestor bancário. Nem sempre foi bem compreendido. Ndaka volta a surpreender ao lançar a carreira da anciã Madalena Kassapi, de 67 anos de idade, sua mãe, com quem faz dueto.

domingo, 13 de maio de 2018

Que prazer (se é que há algum em acto sexual não consentido) busca um homem ao penetrar outro homem? Que pena prevê a nossa lei?

Adicionei no e-mail o 1.º nome, DANIEL, que andou 17 anos omisso na identidade pública para valorizar o familiar, GOCIANTE PATISSA

Depois de gurus como Nicki Minaj, Bernice, Kofi Olomidé, Tray Songs,que tal os nossos mecenas trazerem Pepe Mujika,ex-PR Uruguaio?

Quénia lança satélite de fabricação própria

Universidade de Nairobi
Primeiro satélite de fabricação própria do país é obra de cientistas da Universidade de Nairobi, apoiados por especialistas japoneses. Foi lançado desde Tsukuba, no Japão, esta sexta-feira (11.05).


O Quênia lançou no espaço o seu primeiro satélite de fabricação própria, esta sexta-feira (11.05), desde o Centro Tsukuba, que pertence à Agência Espacial do Japão em Tóquio.
O nanossatélite, um cubo denominado 1KUNS-PF pesa 1,2 kg e mede dez centímetros de comprimento e dez de altura, é capaz de fornecer observação terrestre limitada e transmissão de áudio.
O aparelho é obra de cientistas da Universidade de Nairobi, apoiados por especialistas da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA), entre outros.
A equipe esperava "fazer história" ao se aventurar na ciência espacial, disse o vice-chanceler da universidade, Peter Mbithi.

Humor | Não sou católico

- Amor, não houve missa. Padre caiu do escadote e partiu a perna. O que é escadote? 
- Como vou saber?Não sou católico!

(adaptado)

sexta-feira, 11 de maio de 2018

5 líderes + procurados do ISIS (viviam na Síria) foram capturados no Iraque por meio do aplicativo Telegram Messaging.Telefones...

Humor | Rigor no trabalho, consequências em casa

Certo agente regulador de trânsito de uma pequena cidade aborda um motorista por excesso de velocidade.
— Mas, senhor agente, eu posso explicar... — replica o motorista.
— Meu caro amigo, trate de ficar quieto! Vou colocá-lo na cadeia até o chefe chegar! — esbraveja o agente. — São vocês, pá! Erra muito bem, depois ainda quer convencer… Hum!
— Mas, por favor, eu só queria dizer que...
— Silêncio! Você está preso! Se abrir a boca, apanha uma pastilha por desacato à autoridade! Meu amigo, eu já conheço esses truques. Comigo, se é de gasosa ou saldo, é melhor desistir. Errou, apanha as consequências!

Aí, o agente detém o coitado numa cela, sozinho, e vai embora sem lhe dar atenção. Horas mais tarde, volta para verificar o comportamento do detido:

— O chefe está a chegar! Sorte a sua que ele foi ao casamento da filha dele. Deve estar de bom humor.
— Duvido muito... Se me tivesse deixado falar, saberia que o noivo sou eu!