PONTOS DE VENDA

PONTOS DE VENDA
PONTOS DE VENDA: União dos Escritores Angolanos; Rede de Supermercados KERO; Tabacaria GRILO (edifício do Mercado de Benguela); Livraria SUCAM, Benguela; Livrarias LELLO, MENSAGEM e na SALA DE EMBARQUE do AEROPORTO INTERNACIONAL 4 DE FEVEREIRO, Luanda

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Hoje não há forças para escrever. Descansem em paz irmãos zimbabweanos!

Aqui jaz a nossa homenagem às vítimas (já consumadas e/ou por consumar) face à "criancice" política nas eleições do Zimbabwé. Um dia vão se lembrar que o povo só é útil (e válido de ser governado) quando estiver em vida... Depois querem q a juventude seja patriota e goste da política-partidária...! Vocês é que sabem. Sinceramente, hoje só sei que estou muito aborrecido e metade dessa página deixo em branco. Descansem em paz, irmãos zimbabweanos, e que a história se desculpe algum dia!
Gociante Patissa

sábado, 14 de junho de 2008

Pesquisa Fracassada... (*)

A ONU resolveu fazer uma pesquisa em todo o mundo.Enviou uma carta para o representante de cada país com a pergunta:

"Por favor, diga honestamente qual é a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo".

A pesquisa foi um grande fracasso. Sabe porquê?
1. Todos os países europeus não entenderam o que era "escassez".

2. Os africanos não sabiam o que era "alimento".
3. Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre o que era "opinião".
4. Os Portugueses mal sabem o significado de "por favor".
5. Os norte-americanos nem imaginam o que significa "resto do mundo".
6. A assembleia Angolana está até agora debatendo o que é "honestamente".

(*) Roubada ao Blog Desabafos Angolanos

Encerramento do Hotel Mombaka é para seis meses

Seis meses é o tempo que permanecerá encerrado ao público o Hotel M'Ombaka, na sequência da determinação do Ministério da Hotelaria e Turismo após a morte do luso-caboverdiano ex-técnico dos "Palancas negras", Carlos Alhinho. O defeso será aproveitado para obras profundas, segundo revelou na manhã de hoje, 14/06, Nelson Ventura, que falava pela Maboque em directo ao programa "Aiué Sábado" da Rádio Morena comercial na cidade de Benguela. A "Maboque" é a empresa que gere aquela que é uma das mais antigas e referenciadas unidades hoteleiras na província de Benguela.
Durante a curta entrevista, por si solicitada à RMC, Nelson Ventura garantiu que o vínculo com os funcionários continua em pé. Disse também que está prevista a reinauguração do Hotel M'ombaka com "tudo novo", sendo que a louça actualmente em uso será distribuida aos trabalhadores.
O Angodebates constatou ainda ontem no local a aplicação de vedação à volta do edifício de seis andares, à base de chapas de zinco. Por outro lado, as cercanias assistem ao intenso movimento de operários e máquinas da construtora brasileira Odebrecht, por se enquadrarem no leque de ruas prioritárias a atacar no âmbito do programa do Governo de asfaltagem e recelagem de 36Km na cidade capital da província.
Gociante Patissa

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Mbi oyongola okupiñala o'telemovel ya inakulu yange? (Alguem quer herdar o celular do meo avô?)

Foto de autor não identificado
Tualisanga p'onambi olosayi viapita ndeti. Inakulu yange Kalonga yu wakala lokuliyeya. Ombangulo yaco yafetika eci vakota liange vo'pula heti:
- A vavó, puãi o telemovel yove yipi?
Eye yu watambulula hati:
- Ame ndakava. Ndaciyikila vo'mala. Nda umue oyiyongola eye ayupe. Ocina oco cilinga okuti ndacilandela ale ekui l'eceha (19) kolo'saldo alopo cilia ño olombongo?! Ame oco vo sicitela!!!
Inakulu yange lolopapelo vyaco kavisilivila vali kavinilesi. Okutala kosi yutima, walavokaile ño cimue okuti cilia ño lumosi, catela. O telemovel puãi yasapa!!!

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T R A D U Ç Ã O

Encotramo-nos num óbito nesses últimos meses. O meu avô Kalonga pôs-se então a lamentar. A conversa iniciou quando os meus/minhas kotas o questionaram:
- Onde andará o teu telemóvel, avô?
Foi então q respondeu:
- Estou farto. Fechei aquilo na mala. Sse alguem quiser que venha buscar. Então não basta ter comprado 19 saldos e aquilo continua a pedir mais (para recarregar), sempre a me dar cabo do dinheiro? Eu também assim não aguento!!!
O avô nem sequer deitou fora o que sobrou dos cartões já carregasdos, é como se fizesse colecção. No fundo, ele gostaria mesmo (e gostaria) é que o bicho comesse só uma única vez, para toda a vida. É que o telemóvel afinal é guloso!!!

Gociante Patissa

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Ministério da Hotelaria determina encerramento do Hotel Mombaka

Foto de autor não identificado
Na sequência do acidente com o elevador que resultou na morte do luso-caboverdiano profissional de futebol, Carlos Alhinho, o Hotel M'ombaka encontra-se oficialmente encerrado desde a passada sexta-feira, 06/05, deu hoje a conhecer a Rádio Nacional em Benguela. Com o encerramento, quer será provisório embora não se saiba até quando, a Direcção do Hotel M'ombaka cumpre uma determinação do Ministério da Hotelaria e Turismo.

À Direcção da referida unidade hoteleira foi ainda recomendada, pelo organismo de tutela, a contratação de uma empresa vocacionada à instalação e manutenção de elevadores, bem como a instalação do sistema de vigilência electrónica.

Segundo a fonte que vimos citando, o processo encontra-se em aberto sob a alçada da Polícia de Investigação Criminal, uma vez não estar concluida a peritagem policial.
Gociante Patissa

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Transferir a capital de Angola para a província do Huambo. O que pensas? (*)

A capital de Angola devia ser transferida para outra província, por exemplo o Huambo ou o Bié, defendeu hoje em declarações à Lusa a escritora angolana Maria Alexandra Dáskalos."Sou defensora disso. O que aconteceu nestes mais de 30 anos foi que realmente houve uma altura muito megalómana, muito macrocéfala de Luanda em relação ao resto do país. E seria altamente positivo deslocar a capital, porque Luanda se tornou numa cidade de rotina insuportável. É um desastre urbanístico", disse.
Nascida no Huambo, Maria Alexandra é sobrinha do nacionalista angolano Sócrates Dáskalos, fundador em 1961 da Frente de Unidade Angolana (FUA), e lançou quinta-feira em Lisboa um livro em que publica a tese de mestrado em História Contemporânea, com o título "A Política de Norton de Matos para Angola - 1912/1915", da responsabilidade das Edições Minerva Coimbra.
Maria Alexandra Dáskalos justificou a escolha do tema pelo que considera ter sido o "papel fundamental de Norton de Matos no lançar das bases da Angola moderna" durante o primeiro período de governação, entre 1912 e 1915. "A reforma administrativa e o redesenhar do mapa de Angola, com as 'campanhas de pacificação', a rede de estradas e a penetração das três linhas férreas, a fundação da cidade do Huambo no planalto central e o objectivo de fazer desta área uma região estratégica no projecto da revolução agrícola, são factores que alteram e definem a Angola moderna", defendeu.
A mudança da capital de Angola permitiria ainda "rentabilizar uma zona como o planalto central e também dar ao povo Umbundu - e isto não é defender etnias -, uma dignidade que merecem", destacou. "O povo Umbundu está em todo o lado, mas aquela zona merecia a importância que perdeu, porque o Huambo foi das cidades mais modernas em termos de investigação e economia no tempo colonial. Tínhamos ali a fina-flor dos agrónomos e dos veterinários de toda a África", acrescentou. "Acho que se devia retomar a ideia do Huambo, como Norton de Matos a concebeu e está aqui neste livro como ele a concebeu, e dar importância não só à região, mas também ao povo do planalto central", frisou. "Um vulto da grandeza de Norton de Matos na I República foi esquecido pelo Estado Novo, por razões que nos parecem óbvias.
Porém, o facto de ele ter sido um colonialista provido de uma visão imperial correspondente à sua época levou também a que a revolução marcada pelo pós-25 de Abril e pela independência das colónias de África tenha relegado para um longo silêncio a sua obra em Angola", lê-se no livro de Maria Alexandra Dáskalos. A investigadora pretende demonstrar com este livro que "a Angola da modernidade nasceu com o projecto imperial de Norton de Matos neste primeiro período de governação e que muitas das suas ideias inovadoras apenas forma concretizadas mais tarde, quando o Estado Novo, isolado internacionalmente, as recupera".
José Maria Mendes Ribeiro Norton de Matos, nascido em Ponte de Lima, em 23 de Março de 1867, iniciou na Índia a carreira na administração colonial, tendo depois viajado por Macau e pela China em missão diplomática. O regresso a Portugal coincidiu com a proclamação da República e em 1912 assumiu o Governo-geral de Angola, cargo que exerceu até 1915, quando foi demitido em consequência da nova situação política que se vivia em Portugal durante a Primeira Guerra Mundial. Entre 1921 e 1924 voltou a exercer o cargo de Governador-geral de Angola, tendo posteriormente sido nomeado embaixador de Portugal em Londres, de que foi afastado aquando da instauração da Ditadura Militar, que antecedeu o Estado Novo.
Eleito em 1929 grão-mestre da maçonaria portuguesa, participou nas eleições presidenciais de 1949, desafiando o regime de António Salazar, mas devido à falta de liberdade no acto eleitoral, e prevendo fraudes eleitorais, acabou por desistir depois de participar em comícios e outras manifestações de massas.NL
(*) Roubada ao Blog Uige Centrico

terça-feira, 3 de junho de 2008

Morte rompe secretismo no 1º de Maio... Alhinho "abatido" por elevador do hotel M'ombaka dias antes de assumir comando da equipa técnica

Benguela, Sábado, 31/05/08. Carlos Alhinho já não vai treinar o Maio, faleceu no elevador do Hotel M'ombaka, que está sob gestão da Maboque, do Grupo César e Filhos, propriedade do empresário angolano Armindo César. Já tinha feito o check-out e tudo, de malas feitas para mais um regresso a Luanda e, segundo fontes próximas do Clube 1º de Maio, rumar para Portugal, já que o Girabola conhecerá um interregno de um mês face às competições da Seleccção nacional para o apuramento ao Mundia de 2010 na (xenófoba) África do Sul. Mas voltou lá para cima pegar qualquer coisa e é alí que o elevador faz (muito mal) a sua parte.
Morreu de elevador? Como? Que consequências terá o hotel que até transporta na sua marca o emblemático nome da cidade mãe das cidades (Ombaka)? São perguntas que ficavam por responder, até abrandar o choque ou serem engolidas pela lei do esquecimento.
Enquanto isso, rumores sobem de tom sob duas versões: (1) que ao entrar ao compartimento não notou que a base não estava; (2) o cabo rebentou, mas a confirmação, esta, ninguém trazia à tona. A única fonte a quem se podia recorrer era a Direcção do 1º de Maio de Benguela, mas, para os benguelenses atentos, tal confirmação viria romper com o secretismo em volta das negociações. Com a Rádio Benguela, que sempre teve facilidades de penetrar nos bastidores do Estrela Clube 1º de Maio, algo de estranho se estava a passar, só assim se justificava tanto silêncio inoportuno.
Ao anoitecer, o Telejornal da TPA "brinca" com os angolanos atirando a seco e frio "Acidente trágico em Benguea, Carlos morre num acidente com elevador no Hotel M'ombaka", e nada mais foi dito.

2ª feira, 02/06, ao passar pelo Hotel, por volta das 12h, muito pranto no rosto de parentes e amigos do falecido vindos de Luanda. Nenhum movimento de estranho a notar, como era de esperar relativamente ao funcionamento do Hotel. Como se diz por aí "tipo nada!". Confirma-se isso mesmo com um "batalhão" de Nissans envolvidos no Raid Kwanza-Sul. À tarde, já no aeródromo da Catumbela, é visivel o cenário fúnebre. Homens de luto, entre eles as principais fuguras do futebol e mundo empresarial angolanos, camioneta funerária com o professor Alhinho, emudecido pela fatalidade e mansino no inteior da tábua, reduzido a "simples" corpo. O voo da Taag com destino à Ilha do Sal tarda chegar.

De noite, e fica por saber se é de se dizer "mais vale tarde que nunca" ou então "tarde e má hora", surge na peça de reportagem da TPA o ilustre Carlos Gregório dizendo que a morte interrompe um projecto ambicioso que a direcção do Maio e o finado idealizaram, que não se consusbtanciava apenas no campo do futebol. Daí não terem anunciado o Alhinho como treinador principal.
Que a paz nunca o anbandone!!!
Angodebates
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Acompanhe texto da Angop

"Cabo Verde chocado com morte do treinador Carlos Alhinho em Angola"

Praia, 01/06 - Cabo Verde foi surpreendido na tarde de sábado com a morte trágica e inesperada do treinador Carlos Alhinho, aos 59 anos, na cidade centro-costeira angolana de Benguela, após uma queda do sexto andar de um hotel local, apurou a PANA.A notícia da morte deste homem do futebol, que dias antes tinha passado pela ilha cabo-verdiana do Sal acompanhando a equipa do Benfica de Lisboa então em digressão por Cabo Verde e por Angola, deixou a todos estupefactos e incrédulos perante as circunstâncias em que o malgrado perdeu a vida.
A morte de Carlos Alhinho, muito popular no arquipélago, causou profunda tristeza nos meios desportivos e não só, sobretudo na sua ilha natal, São Vicente, onde nasceu a 10 de Janeiro de 1949.O falecido é seguramente um dos nomes mais sonantes do desporto cabo-verdiano de todos os tempos.
O antigo futebolista internacional, que tinha também a nacionalidade portuguesa e que fez grande parte da sua carreira em Portugal, continuou, no entanto, sempre muito ligado à sua terra natal onde fundou, há já alguns anos, uma academia com o seu nome e que funciona como escola de aprendizagem do futebol.Enquanto futebolista profissional, o malogrado foi dos poucos atletas em Portugal a alinhar nos três grandes clubes do futebol português, Sporting, FC Porto e Benfica.

Do seu currículo constam várias presenças na selecção principal portuguesa bem como a conquista de vários títulos de campeão daquele país.Depois de terminar a sua carreira futebolística, que inclui também uma passagem pela Bélgica onde alinhou no Standart de Liége, Carlos Alhinho abraçou a carreira de treinador tendo neste âmbito orientado vários clubes em Portugal, Marrocos, Angola e países do Golfo Pérsico.

Pelo meio, orientou também as selecções de Cabo-verde e de Angola, equipa que conduziu, pela primeira vez, a uma fase final do Campeonato Africano das Nações (1996). Segundo o director do Hotel Mombaka, Valentim Gomes, citado pela Agência Angola Press (ANGOP), o insólito acidente de que foi vítima Carlos Alhinho ocorreu quando o malogrado abriu a porta e entrou para o elevador a partir do 6º andar do edifício, quando na verdade o aparelho se encontrava avariado no rés-do-chão.

A fonte não especificou há quanto tempo o elevador se encontrava avariado, acrescentando apenas tratar-se da primeira situação do género na instituição.Explicou que após a queda, o antigo treinador do Petro Atlético de Luanda e do Atlético Sport Aviação-ASA ainda foi levado à clínica São Filipe, mas que por falta de médicos foi transportado ao Hospital Central provisório de Benguela, onde veio a falecer meia hora depois acometido de um politraumatismo.

Até à data da sua morte, encetava contactos com a direcção da equipa de futebol do Primeiro de Maio de Benguela que recentemente rescindiu contrato com o treinador Rui Teixeira.