Na homenagem que lhe foi prestada pela ALCA
(Associação Literária e Cultural de Angola), liderada pelo amigo Efraim Chinguto, a
qual o cooptou sem direito à opinião contrária para membro honorário (não
sabendo para já o que isso significa em termos mais concretos), Sua excelência
eu se deu encontro com a excelência dele o Quito, se quiserem Henrique da Silva
Pascoal, na sexta-feira passada. Foi das mãos dele que recebi a "comenda de membro honorário", em representação de um
colega nosso nessas coisas de excelencismos - no caso o Administrador Municipal
do Lobito (ele que não nos oiça, que de problemas já não tenho poucos hahah).
O
reencontro, mais um por sinal, diferencia-se dos demais pela aura solene e
formal (por isso mesmo esquisita) da coisa. Desta vez sua excelência eu não
esteve diante do "miúdo dele" o Quito (porque irmão mais novo do
Nirvana, o Betinho, também ele meu puto, já que para todos os efeitos também
nasceu depois de mim - eles que provem o contrário se podem - não obstante
terem-se adiantado em outros compromissos sociais e coisa e tal, né?).
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Quanto à homenagem
propriamente dita, desta feita pelo acompanhamento e conselhos prestados na
condição de escritor ao colectivo e outros fazedores de artes e letras por
Benguela, é sempre com alguma ambivalência que vivo tais momentos, dada a
aversão que nutro por gestos de auto-consumo. Ainda era só isso. Obrigado.
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