PONTOS DE VENDA

PONTOS DE VENDA
PONTOS DE VENDA: União dos Escritores Angolanos; Rede de Supermercados KERO; Tabacaria GRILO (edifício do Mercado de Benguela); Livraria SUCAM, Benguela; Livrarias LELLO, MENSAGEM e na SALA DE EMBARQUE do AEROPORTO INTERNACIONAL 4 DE FEVEREIRO, Luanda

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Curiosidade: QUE RELAÇÃO EXISTE ENTRE ESTA INSTITUIÇÃO E O LIVRO "NÃO TEM PERNAS O TEMPO"?


Resposta: A PEDRA (que foi, na vida real, o título do Jornal Mural que coordenei e baptizei em 1997 como exercício da disciplina de Integração de Conhecimentos, dada pela formadora Maguy, durante o CURSO DE PEDREIRO ministrado pelo IED- Instituto de Estudos para o Desenvolvimento, ONG do Engº Marcelino, financiada pela União Europeia em parceria com o INEFOP-Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional. Outros cursos seguiram a nossa "lógica", tendo sido O CANAL, o de canalizador, O CHOQUE, electricidade) 

COMO FICOU A PEDRA NO LIVRO? Pois aqui vai um trecho: 

"Perdido segurava a vela, enquanto o amigo rabiscava num papel a ideia. A ONG até já tinha nome: A-PEDRA — Associação de Promoção da Educação para o Desenvolvimento e Reintegração em Angola (na Verdade, havia lá no fundo um A, de António, e um P, de Perdido). A dupla empenhou-se a fundo na Legalização da ONG, ao que se seguiu a divulgação através de cartas de intenções e estabelecimento de parcerias estratégicas e aliados.
Já em posse da escritura, Veremos e Perdido faziam troça de si mesmos, recordando os borrões e as rejeições notariais. Houve inclusive uma ocasião em que ambos, na qualidade de grupo de cérebros que até então vinha tendo ritmo criativo aceitável, entre concessões e troca de ideias, passavam a enfrentar um impasse durante a elaboração dos estatutos. Um categorizava a Mesa da Assembleia Geral como sendo o órgão soberano, dada a natureza cooperativista do projecto. O Outro lado impunha que nada mais além de Deus podia ser soberano. Qualquer um podia pegar na Lei das Associações, adaptar os artigos essenciais, sem tempo para qualquer consulta de especialidade. Nada fazia crer que os próprios funcionários do cartório notarial tivessem grande perícia. ONG’s surgiam às dezenas por mês, muitas delas chegando a falir logo a seguir." Pág. 74-75

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