PONTOS DE VENDA

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PONTOS DE VENDA: União dos Escritores Angolanos; Rede de Supermercados KERO; Tabacaria GRILO (edifício do Mercado de Benguela); Livraria SUCAM, Benguela; Livrarias LELLO, MENSAGEM e na SALA DE EMBARQUE do AEROPORTO INTERNACIONAL 4 DE FEVEREIRO, Luanda

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Diário

É sempre aborrecido termos de levar com alguém (palestrante, professor ou o que seja) a se impor como doutor, não poucas vezes com base numa licenciatura... trabalhei 22 meses num estaleiro cheio de engenheiros e tantas outras qualificações, maioritariamente franceses: nada de títulos. O "único" engenheiro, curiosamente, falava português. Trabalhei durante 12 anos no sector voluntário, com gente geralmente de expressão inglesa: nada de doutorismo. Quando é que nós vamos largar essa mania dos epítetos? Até no lar, doutor fulano, caramba!

1 comentário:

Fernando Ribeiro disse...

O doutorismo não é exclusivo dos países de língua oficial portuguesa. Numa empresa em que trabalhei em tempos, tive um chefe austríaco que em todas as circunstâncias, mesmo as mais informais, se referia a si próprio como sendo o "Dr. Röss"... Perante a nossa estranheza pela sua insistência no uso do "dr.", ele quis-nos fazer acreditar que na Áustria o título académico faz parte do próprio nome de uma pessoa! É mentira, evidentemente, como pude verificar pessoalmente na cidade de Viena, onde vivi durante algum tempo. O doutorismo existe na Áustria, e também (embora um pouco menos) na Alemanha, mas o "dr. Röss" exagerava...