PONTOS DE VENDA

PONTOS DE VENDA
PONTOS DE VENDA: União dos Escritores Angolanos; Rede de Supermercados KERO; Tabacaria GRILO (edifício do Mercado de Benguela); Livraria SUCAM, Benguela; Livrarias LELLO, MENSAGEM e na SALA DE EMBARQUE do AEROPORTO INTERNACIONAL 4 DE FEVEREIRO, Luanda

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Diário | há um ano era lançado o livro de contos «Fátussengóla, O Homem Do Rádio Que Espalhava Dúvidas»

Pelas minhas contas, a partir de amanhã (11/11) a Televisão Pública de Angola (Canal 2) fecha o capítulo da divulgação que vem dedicando aos livros publicados no quadro da Bolsa "Ler Angola", edição referente ao ano 2014, considerando a entrada em vigor da edição 2015. 

O meu segundo livro de contos «Fátussengóla, O Homem do Rádio Que Espalhava Dúvidas», que fora um ano antes finalista vencido do Prémio Sagrada Esperança (da Fundação Agostinho Neto), viria a ser uma das onze propostas que conformam a fornada de "novos autores", da responsabilidade do GRECIMA (Gabinete de Revitalização e Execução da Comunicação Institucional e Marketing da Administração), programa de iniciativa presidencial, que também reedita obras mais antigas na colecção designada "11 Clássicos". Em termos de testemunho, devo dizer que a bolsa "Ler Angola", que visa incentivar o gosto pela leitura e escrita, promovendo a marca Angola, é das iniciativas de encorajar, considerando sobretudo o seu alcance social. 

A par da publicação do livro, os novos autores receberam via transferência bancária o prémio de 250 mil kwanzas, agregados à distribuição pela Rede KERO e pela livraria Texto Editores, a divulgação em jeito de sinopse pela TPA2, mais cerca de 60% das vendas. Já para o leitor, a grande vantagem da subvenção directa do Estado reside no preço por exemplar, que é (apenas) quinhentos kwanzas. Não podendo falar pelos outros, considero eu que o projecto ainda não conseguiu transpor o grande mal da literatura feita em Angola, a débil distribuição. Tendo começado bem, assiste-se entretanto, nos últimos seis meses à escassez do produto, defraudando daí a procura. Gociante Patissa
PS: Depois de publicada esta nota, recebi de fonte ligada ao projecto a garantia de que não seria para já dado o corte à publicitação via TV.

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