“Conversa com o autor, Com os Pés na África” foi o tema da principal mesa de debate na programação da “FLIPELÔ” (Festa Literária do Pelourinho) para o terceiro dia da jornada, 10 de Agosto. Sob mediação de Zulu Araújo, Director Geral da Fundação Pedro Calmon, participaram o brasileiro Sérgio Túlio Caldas e o angolano Gociante Patissa. Túlio Caldas é jornalista de televisão, já trabalhou em Angola a fazer documentários a assessorar a TPA. A Flipelô, que vai na sua segunda ediçãi, é uma iniciativa da Casa-Museu de Jorge Amado, dirigida por Ângela Fraga e Ticiano Martins. Gociante Patissa e a jovem zimbabueana Rutendo Tavengerwei foram os dois representantes do continente africano na qualidade de escritor internacional palestrante.
A sessão teve duração aproximada de 90 minutos com um cardápio que passeou pelos livros dos "contendores", a questão das identidades e o processo de escrita, assim como pelas suas vivências e memórias de leitura. A realidade actual e os desafios do sector livreiro não ficaram de parte. O auditório esteve lotado do princípio ao fim, com uma plateia de cerca de 300 almas, duas delas angolanas. A sessão foi muito bem acolhida e aplaudida pela comunidade académica, diplomatas, escritores, editores, livreiros, e pela classe artística de modo geral ali presente.
Na manhã de sexta-feira, 10/08/2018, o escritor
angolano Gociante Patissa visitou o Centro Cultural Casa de Angola, na
companhia da Sra Larissa Kharkevitch, em representação do Director Geral da
Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo, organismo da tutela da Secretaria de
Cultura do Estado da Bahia, república federativa do Brasil. O Director
Artístico da Casa de Angola, Benjamim Sabby, apresentou os cantos da nossa
"embaixada cultural", num ambiente descontraído e puramente mwangolê.
Patissa esteve a participar na Festa Literária do Pelourinho
"Flipelô", que decorreu de 8 a 12 de Agosto na cidade de Salvador,
na qualidade de escritor-palestrante convidado internacional a convite da
Fundação Pedro Calmon, república federativa do Brasil.
Durante a sua estada
naquela cidade, observou uma vasta e intensa agenda que consistiu em presenciar
colóquios, efectuar visitas a instituições, bem como encontros de diplomacia
cultural. Os agradecimentos sinceros e gigantesco desde já são devidos ao
mais-velho Adriano Mixinge e ao próprio
Benjamim Sabby (mas eu não disse nada,
né? rsrsrs) www.angodebates.blogspot.com
Os serviços de apoio a sua Excelência Eu
comunicam à África e ao mundo que inicia hoje a publicação da foto-reportagem
da sua participação na Festa Literária do Pelourinho "Flipelô", que
decorreu de 8 a 12 de Agosto na cidade de Salvador, onde participou como
escritor-palestrante convidado internacional a convite da Fundação Pedro
Calmon, organismo da tutela da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia,
república federativa do Brasil. Durante a sua estada naquela cidade, observou uma vasta e intensa agenda que consistiu em
presenciar colóquios, efectuar visitas a instituições, bem como encontros de
diplomacia cultural. Sendo tudo de momento, retira-se Sua Exªa Eu com um até
já. Mais se informa que s fotos serão disponibilizadas sem marca d'água, como
mais uma oportunidade de acreditar na boa-fé de quem as tiver de usar, no
sentido de não se esquecer de referenciar os créditos ou autoria ou fonte. Para
cumprimento imediato. Gabinete de Sua Exª Eu numa cidade qualquer pelo mundo.
HAHAHA
G. Patissa e a Secretária de Cultura do Estado
da Bahia, Arany Santana
Decorre
desde quarta-feira, 08 de Agosto, a “FLIPELÔ”, Festa Literária do Pelourinho,
que nesta segunda edição inscreve uma tertúlia com Angola, representada pelo
escritor benguelense Gociante Patissa, convidado palestrante internacional para
a mesa de debate intitulada “Conversa
com o autor, Com os Pés na África”. Acontece às 20 horas do Brasil (24
de Angola) no Teatro SESC-SNAC Pelourinho com a participação do jornalista e
autor Sérgio Túlio Caldas e mediação de Zulu Araújo, Coordenador da Fundação
Pedro Calmon. Amanhã, o autor terá outra mesa-redonda na casa do Olodum, a
banda de Samba conhecida mundialmente por ter acolhido Michael Jackson.
O escritor
Gociante Patissa está de malas feitas para participar na segunda edição da FLIPELÔ,
a Festa Literária do Pelourinho, a ter lugar de 08 a 12 de Agosto na cidade de
Salvador, estado da Bahia, a convite da Fundação Pedro Calmon, tutelada pela
Secretaria de Cultura do Governo da república do Brasil. O evento homenageará os
escritores Jorge Amado e João Ubaldo Ribeiro em uma celebração da amizade.
Sob os
auspícios da Fundação Pedro Calmon, A FLIPELÔ tem agendada uma mesa-redonda denominada
“Conversa com o autor, Com os Pés na África”. Inscreve-se como uma das
principais na programação oficial, onde, na condição de escritor-palestrante
internacional, Gociante Patissa será recebido pelo público para falar das obras
e processos de escrita, conversa esta que contará com um moderador local.
Daniel Gociante
Patissa (1978) nasceu na comuna do Monte Belo, município do Bocoio, província
de Benguela. É membro da União dos Escritores Angolanos, linguista de formação
e defensor da divulgação de língua e cultura nacional Umbundu, pelo qual foi
galardoado com o Prémio Provincial de Cultura e Artes 2012 na Categoria de
Investigação em Ciências Sociais e Humanas. Tem publicadas no mercado
brasileiro as obras “Almas de Porcelana” (poesia reunida, 2016) e “O Homem que
Plantava Aves” (contos, 2017), ambas sob chancela da Editora Penalux, com sede
em São Paulo.
A selecção
de Patissa iniciou por uma sondagem da Fundação Pedro Calmon, parceira do Centro Cultural Casa de Angola na
Bahia. Seguiu-se o crivo de um painel que
aprovou por unanimidade a candidatura mediante a relevância do seu curriculum
artístico. Trata-se, pois, de um precioso somar no processo da afirmação da
diplomacia cultural por Angola, sendo esta a sua segunda deslocação à
Bahia, por sinal o mais simbólico porto das raízes africanas na história do
Brasil, onde há cinco anos integrou a delegação angolana na 6.ª Bienal de
Jovens Criadores da CPLP.
Tivemos acesso à gravação de uma das edições, talvez de todas a mais rica cultural e pedagogicamente falando, do programa "POPYA OTCHILI", transmitido em língua umbundu na Rádio Ecclesia de Benguela neste 2018. O convidado foi o padre Bonifácio Tchimboto, uma autoridade em matérias de antropologia, semiótica e linguística nas universidades Católica e Jean Piaget. Os anfitriões foram João Guerra Sokópya, Jesus Matende e Arminda Mangandi. Em 58 minutos de áudio, POPYA OTCHILI, em português diga a verdade, discute a questão da tradução, dos neologismos e das interferências, da dupla confusão por viorar a dupla grafia, ao mesmo tempo que polvilha adágios em tertúlia cómica. Há certamente visões com as quais não concordo, saúdo o valioso contributo que o material representa no campo do saber e da pesquisa, enquanto mentor do blog www.ombembwa.blogspot.com,que assume a causa da língua umbundu. Ainda era só isso. Obrigado.
Sua excelência eu teve acesso à gravação de uma das edições, talvez de todas a mais rica cultural e pedagogicamente falando, do programa "POPYA OTCHILI", transmitido integralmente em língua umbundu na Rádio Ecclesia de Benguela neste 2018. O convidado dessa edição foi o padre Bonifácio Tchimboto, que é para todos os efeitos uma autoridade em matérias de antropologia, semiótica e linguística, dividindo-se entre a docência e a gestão escolar nas universidades Católica e Jean Piaget. Os anfitriões foram João Guerra Sokópya, Jesus Matende e Arminda Mangandi. Em aproximadamente 58 minutos de áudio, o programa POPYA OTCHILI, em português diga a verdade, discute a questão da tradução, dos neologismos e das interferências, ao mesmo tempo que polvilha um sem número de adágios numa tertúlia cómica. Há certamente visões com as quais não concordo, mas não deixo de saudar o valioso contributo que o material representa no campo do saber e da pesquisa. Enquanto mentor do blog www.ombembwa.blogspot.com, que assume a causa da língua umbundu, e caso amanhã venha a ter acesso à internet grátis, colocarei à disposição nas plataformas digitais de costume, o YouTube e o soundcloud. Ainda era só isso. Obrigado.
A reportagem do Blog www.ombembwa.blogspot.com fez um assalto na tarde de
quinta-feira, 02/08, aos bastidores da mais recente atracção, o programa em língua
umbundu “Popya Otchili” (em português, diga a verdade). É emitido em directo às
segundas e quintas-feiras, das 15h às 16h, pela Rádio Ecclesia, na frequência
dos 99.7 FM. Cobre as cidades do litoral, nomeadamente, Lobito, Catumbela,
Benguela, e Baía Farta. À testa da equipa está o carismático João Guerra. O
trio inclui ainda o linguista Jesus Matende e a locutora Arminda Mangandi.
O educador social Guerra, também evangelista
católico, não é uma pessoa estranha ao ambiente de rádio em Benguela, província
que passa a contar com cinco estações. Destas, apenas as estatais Lobito e
Benguela, do grupo Rádio Nacional de Angola, incluem na grelha de programas a
língua umbundu, apesar de ser a mais falada no país e representar 1/3 da
população.
Ouvir o áudio da reportagem em versão de rádio
“Neste
momento, porque estamos na fase inicial, o programa consiste em anunciar as
notícias, primeiro, da Diocese e, depois, a interacção, com o público; e
passando uma vez a outra também passar aquelas as notícias que são do interesse
da própria comunidade. Porque queremos criar um programa mas criado mesmo para
o público e do povo para nós. Por isso é que temos sempre alguns minutos de
interacção com o público”, conta João Guerra Sokópia.