quarta-feira, 27 de abril de 2011

Arquivo: "Contemplação"

(Gociante Patissa, In Consulado do Vazio, Pág. 41, KAT Consultoria e Empreendimento, Benguela, Angola 2008)
Contemplação

Contemplei a equação da calema
um tanto brava
e ao mesmo tempo de toques ternos
afaguei as águas que no vai-e-vem
talvez química biologia – não sei
conservavam o eterno frio sob azul

Li em cada movimento um verso
descontraído ajoelhado
como se a rezar o terço
mas a vida não é como o mar
tem escala relógio e bumbar 
o dever não quis esperar
e tive de zarpar

Elaborado no Lobito entre 1996-2001
Share:

segunda-feira, 25 de abril de 2011

"Cada um é potencial vencedor; algumas pessoas andam disfarçadas de perdedoras, não te deixes enganar pela aparência delas".

"Everyone is a potential winner
Some people are disguised as losers,
Don't let their appearances fool you"
In the One Minute Manager, 2003, pág. 71
Share:

sábado, 23 de abril de 2011

O CHEFE

Share:

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Autoridades angolanas suspendem seis companhias aviadoras, entre elas está a Diexim do grupo Bartolomeu Dias

O Instituto Nacional da Aviação Civil (INAVIC) suspendeu ontem (20/04) as operações de seis companhias aéreas angolanas, nomeadamente Angola Air Services, Gira Globo, Mavewa, Air Nave, Guicango e Diexim, porque não cumpriram os prazos de certificação técnica requeridos. Juntam-se às outras seis que tinham visto as suas operações canceladas, no caso a Sal, Air Gemini, Pha, Alada, ServiceAir e Rui Conceição. Estão deste modo impedidas de voar para quaisquer destinos nacionais e estrangeiros, conforme anunciou o director-geral adjunto da instituição, Celso Rosas.
 Fonte: Jornal de Angola de 21/04/11
Essa decisão, a primeira do género tomada pelas autoridades angolanas, fixa em 12 as companhias aéreas que, por imposição legal, deixam de possuir certificação angolana para operar, deixando no mercado apenas oito: TAAG, Sonair, Fly 540, Air26, Aerojet, Airjet, Helimalongo e Heliang.

A medida de suspensão permite que as empresas recuperem os certificados se, num prazo máximo de seis meses, concluírem de forma satisfatória os processos de certificação. O cancelamento da licença implica que as empresas se sujeitem a iniciar um processo de certificação para obterem um novo documento, como se nunca tivessem operado.

Segundo Rosas, as decisões tomadas estão em consonância com a regulamentação da aviação civil angolana tornada efectiva pela Lei da Aviação Civil, aprovada em Janeiro de 2008, e pelo Decreto Executivo nº 26, de Março de 2008, que aprova os Normativos Técnicos Aeronáuticos (NTA). “Acreditamos na capacidade dos operadores suspensos, até porque muitos deles estão no bom caminho, pelo que apelamos a que de forma corajosa e técnica prossigam com os processos”.

ver matéria relacionada aqui
Share:

terça-feira, 19 de abril de 2011

sábado, 16 de abril de 2011

Crónica: “Um abraço aos profissionais da voz”

Encontro-me em Luanda, pela segunda vez em uma semana, para a mesma coisa: reciclagem sobre cargas perigosas, que iniciaria na sexta-feira… se o instrutor estivesse disponível. Evito então efectuar telefonemas, para não sair distribuindo desabafos. Enquanto penso num jeito de salvar o dia, toca o telemóvel. Atendo com a mesma indiferença de quem trabalha no aeroporto: podia ser só mais um pedido de passageiro sem a reserva feita. E é com prazer que recebo do amigo Machado de Macedo (na foto) o desafio de traçar umas linhas em torno do Dia Internacional dos Profissionais da Voz.

E porque é sábado, deixemos as sebentas, dicionários e enciclopédias de lado. Melhor mesmo é abordar o assunto, vestindo de calções, “parto-os-cornos” e chinelos a linguagem.

No princípio deste ano, correu o mundo a história de Ted Williams. Era um mendigo vivendo na rua, entre muitos nos Estados Unidos da América. A reportagem televisiva encontrou-o exibindo um cartaz, onde se lia o seguinte: «tenho uma voz de ouro para rádio, pague um Dólar e oiça». A voz é aveludada, cheia e ligeiramente metálica, para além do dinamismo em anúncios e publicidade. No dia seguinte, várias rádios disputavam para dar emprego a Ted, que ganhava reinserção social.

Ted descobriu a vocação na adolescência. E conta: «Fui movido pela curiosidade. Visitei uma rádio da minha zona para conhecer um locutor, uma verdadeira estrela. Mas ele estava longe de se parecer com a imagem da voz. Quando manifestei tal surpresa, ele me disse: meu jovem, a rádio é o teatro da mente. Aqui, com o uso da voz, o profissional pode ser o que quiser». Após algum tempo como principiante, Ted veio a entrar no mundo das drogas, arruinando a juventude e a saúde.

Profissionais da voz estão nos mais diversos sectores da vida. Estamos a falar de juízes, cantores, actores, radialistas, professores, pastores e padres, advogados, jornalistas, políticos, enfim, todos os que vivem da voz para trabalhar. E não será nada demais incluir as zungueiras nesta lista. Bom, mas será que elas, as zungueiras, têm noção dos cuidados a ter com a voz?

A lista é longa. Luis Kifas, o actor Sidónio do Conversas no Quintal, disse em entrevista à TPA que evitava o máximo consumir água gelada. Tal “sacrifício”, entretanto, é difícil para o músico Hélvio, que viveu um tempo na Europa. O benguelense disse, também à TPA, que tinha dificuldades em suportar o calor, apesar de saber que o choque térmico dá cabo das cordas vocais.

Durante muito tempo imperou o mito de que aguardentes fortes temperam a voz. Não é bem assim. Por falar em vícios, um conhecido actor e quadro do cinema angolano atribui culpas ao tabaco pelas vezes que se viu atacado pela rouquidão… só que não tem conseguido parar de fumar.

Também já alguém recomendou algum cuidado com o ar condicionado, pois este resseca a mucosa, alterando a vibração das pregas vocais. Mas como, com esse calor tropical?! A alternativa é beber bastante água, enquanto se trabalha exposto ao AC.

Para terminar, fica um forte kandandu a todos os profissionais da voz, aqueles que gostam do seu trabalho e nos fazem chegar a música ou a palavra com alma! Se os olhos são o espelho da alma, a voz é das mais profundas marcas de identidade do ser humano. Aiué, Sábado!!!

Gociante Patissa, Luanda, 15 de Abril de 2011
PS: elaborado para o programa “Aiué, Sábado!” da Rádio Morena Comercial, Benguela. 
Share:

terça-feira, 12 de abril de 2011

Crónica: Viagem num estalar de dedos

Sobrevoar o Lubango, nesta época de chuvas, até compensa as trepidações, típicas em zonas montanhosas. E naquela bacia que se fez cidade, melhor ainda nos arredores, estende-se um verde de lavar a alma. A vegetação, qual ladrilho intervalado por pequenas picadas e riachos, dá promessas da imensidão da Angola por desflorar. Do outro lado, bem na Serra da Chela plantado, está o Cristo Rei de braços abertos, a estátua que se confunde com o simbolismo do lugar.

Pena é o prazer ser breve para passageiros em trânsito. Seguíamos para Luanda em serviço, uma viagem arranjada num estalar de dedos. Pouco menos de hora e meia tivemos para preparar almas e malas, mas, enfim… E calhou haver vaga na classe executiva, o que me isolou da restante equipa. Companhia também não me faltaria, com tanto que tem para ler quem anda atrasado na elaboração da tese de licenciatura, isso, para já não falar da fome e o impacto dela à paciência.

Quanto mais o bicho se distanciasse da recente paragem, mais se diluía a memória do poiso que em nada foi suave. Quase uma hora depois, escancarava-se Luanda, com aquela aura de desordem, onde os tectos, do alto vistos, se assemelham a um puzzle. E o caos de óptica aumenta de tamanho com a perda da altitude. Enquanto a tripulação anuncia para dentro de instantes a aterragem, o subconsciente dá por encerrada a viagem e calmo o voo. Engano.

Lá atrás, nas primeiras filas da classe económica, nasce uma estridente choradeira. O que a hospedeira encontra é uma conterrânea, algo alcoolizada, a quem o companheiro acabava de indicar o cemitério onde repousaria, naquela semana, o pai. O consolo tem efeito inverso, e nos minutos que antecedem ao desembarque, a passageira transforma o avião em velório. Ninguém, que eu tenha notado, manifestou abertamente o que sentia. Quanto a mim, a cena remeteu a um facto recente, envolvendo a morte do pai de um empresário angolano.

Falecido nas Europas, o empresário assegurou um enterro condigno ao progenitor, fretando aeronave de grande porte em ligação directa para o aeroporto da Catumbela, carros funerários trazidos de Luanda. O que soou um tanto bizarro foi ver no Jornal de Angola, concretamente na secção de publicidade (paga, creio, diferente do serviço de necrologia), a reportagem fotográfica do cortejo. E dizia uma legenda: «a vila da Catumbela parou para assistir ao funeral do senhor…» Bem, não estou bem a ver uma vila, que até tem dois cemitérios, a parar em tal circunstância.

Sendo também um órfão de pai, não sugerirei qualquer ciência para enquadrar a (manifestação da) emoção da perda, mas vale certamente o bom senso na hora honrarmos um ente querido.

Voltando à viagem… Pelo menos desta vez, não sentimos o stress luandense, uma vez que estivemos hospedados bem ao lado do local da formação. A viagem de regresso é pela costa, escoltados pelo oceano e suas reentranças e as saliências, culminando com a cintura verde da antiga Açucareira 1º de Maio.

Gociante Patissa, Aeroporto da Catumbela, 12 Abril 2011
Share:

terça-feira, 5 de abril de 2011

Crónica: uso de castigo físico na escola, uma batalha perdida pelo professor?


A sociedade benguelense vê-se obrigada a retomar a reflexão sobre a eficácia dos métodos de disciplina no contexto escolar, concretamente na relação professor-aluno. O professor pode ou não bater na criança?

A polémica cresce de tom em função da reputação das partes. Num lado está o encarregado de educação Paulo Talaia, também árbitro da primeira divisão angolana de futebol "Girabola". Já noutro, relucta a professora Mariana Ricardo, de 52 anos de idade e três décadas de docência.

Na manhã de sexta-feira, dia 1 de Abril (dia das mentiras), menos de dez minutos após ter sido alertado ao telefone, o cidadão encontra a filha de 13 anos sendo fisicamente castigada pela professora, na Escola da Nossa Senhora da Conceição "Colégio das Madres". Não se contendo, teria também partido para a agressão física em defesa da filha. Instantes a seguir, as partes foram acudidas pela direcção escolar, mas a violência estava ainda longe de acabar. No mesmo dia, os filhos da professora espancaram o suposto agressor da mãe. A polícia foi chamada, no âmbito de brigada escolar, e tomou algumas medidas, que se vieram a revelar ineficazes, pois os filhos da professora visitaram o suposto agressor da mãe, no início da noite de ontem, causando-lhe ferimentos e lesões de ordem física. O que se segue é o jogo da sardinha, cada uma das partes puxando a brasa para a sua, com laivos de dramatismo e tentação de negar factos óbvios.

A professora diz que a menina, que não era daquela turma e sim irmã mais velha de uma das alunas, teria iniciado as agressões contra si, primeiro verbais e depois físicas, ao que terá apenas reagido e tentando disciplinar, com ligeiras bofetadas, algumas das quais na boca. O pai da menina, no entanto, diz que a visada foi àquela turma para solicitar à irmã mais nova o dinheiro necessário para uma consulta médica, uma vez que se vem queixando de dores tóraxicas. E jura que não agrediu a professora, tendo simplesmente removido a filha das garras da senhora enfurecida. "Eu até me mijei, não tenho vergonha de dizer isso", sublinha a professora para descrever o espacamento de que terá sido vítima, qualificando mesmo de força de leão.


O corpo de professores do Colégio das Madres não está a dar aulas hoje, em solidariedade à colega agredida, a quem reconhecem legitimidade do uso de castigo físico, quando a questão é disciplinar. Argumentam que a atitude do encarregado desmoraliza e desautoriza a classe.

A direcção da escola aponta como mais provável alternativa a transferência das crianças para outro estabelecimento escolar, dada a gravidade do assunto. Enquanto isso, Paulo Talaia teme pela sua vida, considerando as ameaças e aparente impunidade dos filhos da professora Mariana Ricardo.

Gociante Patissa, Benguela 5 Abril 2011
Share:

domingo, 3 de abril de 2011

Para estudo de caso: As implicações da reconstrução nacional ao "Quarto Mandamento"

Os adventistas em Angola são muitos, ou será que menos que os chineses? Consta que um senhor, no legítimo desiderato de "se oferecer" uma casa, recorreu aos chineses (empreteiros   ambulantes no Lobito, basta encontrá-los na obra da esquina e estabelecer o mais informal contrato possível). 

Satisfeito com o desempenho dos construtores, o dono da obra, num belo dia, entendeu conceder àqueles asiáticos uma experiência diferente. Levou-os, então, à sua Igreja, calculo que tenha sido num programa especial. E lá passaram o dia. Já ao entardecer, mais não fizeram do que cobrar o devido pagamento, pois que para eles se perdeu um dia de trabalho. Bem dizer, não se perdeu, apenas trabalharam sentados, num templo, ouvindo cânticos e sermões, como quem diz à inglesa "time is money".

Bom, pobre do nosso compatriota que só queria implementar o seguinte: “Lembra-te do dia do Sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nele nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus a terra, o mar e tudo o que neles há, e, no sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou”. Êxodo 20: 8-11

Se bem que, ó excelências, será início da era de "relativizar o radicalismo adventista", ao aceitarem contratos com construtores que não concordem em guardar o Dia do Senhor? É que, como é consabido, reside no 4º mandamento a intransigência da doutrina destes, se equiparados a outros evangélicos - aliás, são imensas as pessoas que tiveram (e/ou terão conflitos) laborais ou exclusão social pelo rigoroso descanso no 7º DIA.

Bom fim-de-semana prolongado a todos.

Gociante Patissa, Benguela 3 Abril 2011
Foto achada algures na Internet
Share:

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Ah, como vai o lado de escritor?

Bom, naquela fase de já ter o título do texto, o tema (emoção), mas a patinar para o poema ganhar corpo, lá vão uns dias e uma semana...
Share:

quarta-feira, 30 de março de 2011

utilidade pública de cá para aqui

excelências, até à próxima sexta-feira, estou incomunicável via telemóvel. O maldito se perdeu, e quem o achou desligou. Aguarda-se pela segunda via. Grato pela compreensão. Nestas horas é que um gajo se convence de ser dependente dessas maquinetas de comunicação. Um abraço
Share:

sábado, 19 de março de 2011

Crónica: Dai-nos, que é hora, lixívia para a língua dos nossos oradores

As poucas árvores relativamente mais próximas do buraco, duas ou três, davam guarida a uma considerável parte de gente, homens, mulheres e grávidas rendidos ao poder da sombra perante um sol banhado de calor e humidade. Havia mesmo uns que, ainda assim, levavam a mão à testa em jeito de pala. Mas, como é típico de actos fúnebres, há sempre aqueles mais directamente afectados, ou ao menos tolerantes ao clima, aqui incluso o leitor da biografia.

11h00 da manhã. Sábado. Cemitério da Catumbela. Na tábua, vítima de doença, a Roséria, prima-irmã de primos-irmãos meus da parte de pai. Uma doença que, de tão apressada, mais não precisou do que meia semana para retirá-la quieta, logo ela que vinha perseverando no comércio por conta própria. Teria partido para a China na próxima segunda-feira, se…

O elogio fúnebre não foi longo nem curto, teve o tempo, as pausas e ênfases suficientes. Também, verdade seja dita, andava a plateia espalhada pelas árvores e arbustos do campo santo, como já dito, em busca de sombra. Para não dar muitas voltas, diria que quase todo o mundo conhecia a mana Roséria, e pouco ou nada de extraordinário acrescentaria a narração às memórias do convívio com ela.

A aparente obviedade, entretanto, se quebra quando um homem alto, bem nutrido, cabelo em escovinha, camisa preta e gravata começou a falar, sem que conseguíssemos notar, de onde nos acoitávamos, se lhe fora concedida a palavra. Deu-se a identificar como obreiro da Igreja Universal do Reino de Deus, quer pelo sotaque mecânico abrasileirado, quer pela tendência do verbo. Os cochichos não demoraram, pois não foi vista no óbito a IURD, durante as duas noites que antecederam o enterro, para cânticos, entre outras coisas típicas nestas ocasiões.

E o orador, que suava o mesmo amoníaco de gente honesta, teimava em desumanizar a morte, atribuindo-lhe uma causalidade baseada na intriga. “Se calhar, entre nós há pessoas que sempre desejaram a morte da nossa irmã”, vomitou. Depois disse qualquer coisa como Deus dá descanso às suas criaturas invejadas cá na Terra. Já não é o criador da vida, e como tal da morte, mas um ser que só dá o bem (de preferência material). A morte, como quis fazer crer, não é natural mas uma consequência da maldade dos homens para com outros, o olho grande e etc. Ora, e aqui uma dúvida, se o mal já está identificado, e tendo em conta que o homem é insignificante perante Deus, por que não desafiar este último a erradicar a inveja?

Era mais fácil esperar por palavras de consolo e esperança (no que também não seria o primeiro nem o último) do que justificações e conjecturas que podem, em meios menos escolarizados, incitar rancores desnecessários. Não nos esqueçamos que o africano, Bantu para não arriscar tanto na generalização, tem uma dificuldade estrutural de aceitar a morte, pelo que recorre à mitologia para a explicar. Até porque, de tão complexas que são as relações humanas, não faltarão coincidências que poderiam ser mais ou menos relacionadas com a especulação do obreiro. Daí à justiça por mão própria não é longo o caminho.

Qualquer dia, na senda da Universal e Mundial, virá alguém ensinar que a fecundação nunca foi do sémen com o ovário mas apenas fruto do milagre. E de tão polissémica a bíblia, até eles alertam sobre o Mateus 24:24.

Para terminar, embora tenha parado de orar há já um bom tempo, volto a fazê-lo hoje: Senhor, dai-nos, que é hora, lixívia para a língua dos nossos oradores.

Gociante Patissa, 19 Março 2011
Share:

A Voz do Olho Podcast, EP1, Temp 2

Gociante Patissa recita poema "Alugam-se velhos" na RTP África

A Voz do Olho Podcast

[áudio]: Académicos Gociante Patissa e Lubuatu discutem Literatura Oral na Rádio Cultura Angola 2022

Puxa Palavra com João Carrascoza e Gociante Patissa (escritores) Brasil e Angola

MAAN - Textualidades com o escritor angolano Gociante Patissa

Gociante Patissa improvisando "Tchiungue", de Joaquim Viola, clássico da língua umbundu

Escritor angolano GOCIANTE PATISSA entrevistado em língua UMBUNDU na TV estatal 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre AUTARQUIAS em língua Umbundu, TPA 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre O VALOR DO PROVÉRBIO em língua Umbundu, TPA 2019

Lançamento Luanda O HOMEM QUE PLANTAVA AVES, livro contos Gociante Patissa, Embaixada Portugal2019

Voz da América: Angola do oportunismo’’ e riqueza do campo retratadas em livro de contos

Lançamento em Benguela livro O HOMEM QUE PLANTAVA AVES de Gociante Patissa TPA 2018

Vídeo | escritor Gociante Patissa na 2ª FLIPELÓ 2018, Brasil. Entrevista pelo poeta Salgado Maranhão

Vídeo | Sexto Sentido TV Zimbo com o escritor Gociante Patissa, 2015

Vídeo | Gociante Patissa fala Umbundu no final da entrevista à TV Zimbo programa Fair Play 2014

Vídeo | Entrevista no programa Hora Quente, TPA2, com o escritor Gociante Patissa

Vídeo | Lançamento do livro A ÚLTIMA OUVINTE,2010

Vídeo | Gociante Patissa entrevistado pela TPA sobre Consulado do Vazio, 2009

Com tecnologia do Blogger.

TV-ANGODEBATES (novidades 2022)

Categories

Tags

Publicações arquivadas