sábado, 2 de março de 2013

Viagens

A nevar por dentro nos EUA — em Park City, Utah. USA.
Ternura na Igreja de Pedro, segundo a Bíblia — em Belém (Galileia).
Embaixada de Angola em Israel — em Tel Aviv.
A cidade vista da colina — em Tel Aviv
Casal na praia do Mar Morto, Israel
Barco turístico da era dos Vikings no mar da Galileia — emBelém (Galileia).
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sexta-feira, 1 de março de 2013

De tanto trepar ao ponto mais alto para anunciar o dia novo, passou a acreditar que a aldeia não acordaria sem a força de seu grito.
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Gestão de prioridades

De autor desconhecido
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A vida imitando a arte, como diria o outro

Estava numa esplanada a matutar para terminar um conto que há um mês quer sair da mente para o papel, encomenda baseada na vida real de uma grande senhora. No momento de estagnação criativa, um desconhecido sentado atrás de mim está ao telefone soltando fragmentos, que é a ideia que se tem na impossibilidade de ouvir o outro lado: "oi, a-mor, tu-do b-em"? (é gago o moço). "Olha, é muito grande o amor que temos um pelo outro, nosso amor é imenso". E lá estou eu, já bem atento, na esperança de ouvir algo com literariedade e quê e tal... "Porque é que me distratas assim? Vais-me pôr em espera para atender outra pessoa? Está bom que a fila é grande, mas tens que saber escolher. Posso passar em tua casa para te dar um beijinho? Não vai dar, vais sair?". Eu disse para mim mesmo, não é desta que me safo; meus personagens são já de certa maturidade, o leitor não gostaria de ouvir num instante a certeza de haver imenso amor entre o casal, e volta e meia confrontar-se com o mendigar para ter um minuto de atenção. E fecho o dia com meio conto, amanhã quem sabe termino rsrsrsr
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Calor é quando tudo se ressente porque a natureza se esqueceu de soltar vento, pura má fé.
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Agenda cultural

A escritora Isabel Ferreira vem a Benguela lançar o livro infantil "O Coelho Matreiro" no próximo dia 2 de Março, acto que terá lugar no salão auditório da Rádio Benguela, às 9 da manhã.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

E se a polícia prestasse mais atenção à forma como camiões transportam contentores?

O asfalto que liga Benguela ao Lobito (estrada nacional número 100) esteve intransitável por algumas horas da tarde de hoje, 26/02, nas imediações do Estádio Nacional de Ombaka, depois de um contentor de 40 pés se ter soltado do camião que o transportava. Ao que constou, o problema deveu-se à inobservância dos procedimentos de segurança, já que o contentor não esteve parafusado ou assegurado com cinta ao trailler, negligência cada vez mais frequente, entretanto longe de merecer intervenção da polícia.
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Quando dinheiro poupado é dinheiro ganho

Quando se elogia uma instituição por esta ter feito a sua obrigação, é apenas um indicador do muito que há ainda por fazer, do ponto de vista do exercício da cidadania, no que à oferta de serviços diz respeito. Hoje por exemplo, juntei as facturas pagas e me meti a caminho do centro de cobranças da Empresa de Água e Saneamento de Benguela. Nas minhas contas, tinha a pagar sete meses, de Agosto do ano passado a Janeiro do presente. Eis que a fiscal me disse que não estavam taxados Agosto e Setembro, dada a falha registada no fornecimento de água naquele período no bairro 11 de Novembro, algo de que aliás eu já não me lembrava. O elogio vai portanto para a EASB, que se lembrou de não cobrar por um serviço que não forneceu.
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Simeão Chimbinda aconselha estudo sobre atribuição de nomes


Fonte: Voz da América — “O Nome na identidade Umbundu. Contributo Antropológico” é o título da mais recente obra escrita pelo Padre e Antropólogo Jorge Simeão Ferreira Tchimbinda.

A obra segundo o autor é um contributo à onomástica bem como à identidade cultural dos povos de Angola, principalmente os falantes da língua Umbundu.

O desrespeito às normas gramaticais da língua (relativamente ao número e ao género) no acto de atribuição de nomes e apelidos motivaram o Padre Simeão Tchimbinda a fazer uma pesquisa aturada sobre o assunto, o que resultou na publicação desta obra em 2009 esclarecedora desta problemática.

O Sacerdote subdividiu em três grupos os nomes quanto ao género na língua Umbundu:
1. Os que devem ser atribuídos apenas aos rapazes (que têm nas iniciais Sa, Se ou So).
2. O segundo grupo é constituído pelos nomes aplicados somente a pessoas do género feminino (têm como iniciais Na, Ne e Nó).
3. O terceiro é composto pelos Uniformes, que tanto servem para homens como para mulheres.

No seu livro, cuja reedição está para breve, o Padre Simeão Tchimbinda faz referência à atribuição do nome aos recém-nascidos, de acordo com a lei angolana.

Segundo a lei angolana os nomes próprios ou pelo menos um deles deve ser em língua nacional ou em língua portuguesa. Mas, muitos são os cidadãos que se deparam com uma constante rejeição de nomes, sejam nacionais ou estrangeiros em muitas conservatórias do país, em desrespeito à identidade e à cultura de alguns povos.

O Antropólogo Simeão Chimbinda aconselha um melhor estudo e divulgação da lei sobre atribuição de nomes para se evitar atritos inúteis.

A atribuição de nomes na cultura umbundu, segundo o autor é descontínua, diferente da cultura europeia que impôs aos angolanos o conceito de apelido, que em muitos casos representa um atropelo à gramática.

Para o sacerdote o acto de nomeação configura uma compensação para os povos do sul de Angola.

Ainda neste livro, o sacerdote aponta alguns aspectos que põe em perigo às regras de atribuição de nomes na Língua umbundu com a imposição de apelidos.
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Entre as palavras-chave pesquisadas pelos que visitam meu blogue Angodebates, achei essa: "eu quero códico para robar saudo na unitel angola".
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Umbilical pára-quedas

Se voar é de asas abertas
Em replay põem-se a nu as cicatrizes.

Tudo é nada mais senão o vento
que faz assobiar e sublima cantos
tocar o céu pelo penteado da montanha
até ceder à lei de gravidade

Houve sempre uma mão
houve sempre uma mãe.

Gociante Patissa, in «III Antologia de Poetas Lusófonos», 2010. Folheto Edições e Design, Leiria - Portugal
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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Criando condições

Sei que há gente impaciente, pois já passei dos 30 anos, e nada de esposa e filhos. Na verdade, estou engajado em criar condições. Posso dizer de boca cheia que pelo menos os carros para o cortejo nupcial já existem, como aliás ilustra a foto. Agora, a data é que é um problema ainda; não sei se levo em conta o calendário "gregoriano", ou o "juliano".
Pronto, até lá.
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A Voz do Olho Podcast, EP1, Temp 2

Gociante Patissa recita poema "Alugam-se velhos" na RTP África

A Voz do Olho Podcast

[áudio]: Académicos Gociante Patissa e Lubuatu discutem Literatura Oral na Rádio Cultura Angola 2022

Puxa Palavra com João Carrascoza e Gociante Patissa (escritores) Brasil e Angola

MAAN - Textualidades com o escritor angolano Gociante Patissa

Gociante Patissa improvisando "Tchiungue", de Joaquim Viola, clássico da língua umbundu

Escritor angolano GOCIANTE PATISSA entrevistado em língua UMBUNDU na TV estatal 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre AUTARQUIAS em língua Umbundu, TPA 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre O VALOR DO PROVÉRBIO em língua Umbundu, TPA 2019

Lançamento Luanda O HOMEM QUE PLANTAVA AVES, livro contos Gociante Patissa, Embaixada Portugal2019

Voz da América: Angola do oportunismo’’ e riqueza do campo retratadas em livro de contos

Lançamento em Benguela livro O HOMEM QUE PLANTAVA AVES de Gociante Patissa TPA 2018

Vídeo | escritor Gociante Patissa na 2ª FLIPELÓ 2018, Brasil. Entrevista pelo poeta Salgado Maranhão

Vídeo | Sexto Sentido TV Zimbo com o escritor Gociante Patissa, 2015

Vídeo | Gociante Patissa fala Umbundu no final da entrevista à TV Zimbo programa Fair Play 2014

Vídeo | Entrevista no programa Hora Quente, TPA2, com o escritor Gociante Patissa

Vídeo | Lançamento do livro A ÚLTIMA OUVINTE,2010

Vídeo | Gociante Patissa entrevistado pela TPA sobre Consulado do Vazio, 2009

Com tecnologia do Blogger.

TV-ANGODEBATES (novidades 2022)

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