terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Citação

"O politicamente correcto é uma doença" (de um manifestante americano)
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Humor | Dr. Tjipilika a "dicar" uma boazuda que ia passar

"Ilustre fêmea estou estupefacto com a tua silhueta voluptuosa, hoje é prenúncio de fim-de-semana, desta sorte, gostaria de obter a tua aquiescência no sentido de dar provimento ao meu desígnio de preludiar consigo o itinerário que irá desembocar na materialização do acto fisiológico bilateral e heterossexual que, se consumado, materializa a continuidade da espécie humana." 
E a moça, admirada, "É como?". O kota continuou:
"Todavia, advirto que, em virtude de não seres a minha cônjuge, irei preservar a minha glande para não alocar a substância condensada que contêm os microrganismos responsáveis pela fecundação e consequentemente pela gestação, no teu órgão genital com aparência sui generis... diga-me por obséquio, qual é a sua réplica?"
A moça fugiu. "Ainda vai só me violar..."
(Recebido sem identificação de autor) www.angodebates.blogspot.com
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

ACIDENTE FERROVIÁRIO EM BENGUELA

Comboio dos caminhos de Ferro de Benguela descarrilou há coisa de uma hora de hoje na Damba Maria, a quinhentos metros da estação com o mesmo nome, junto ao estaleiro dos chineses, município da Catumbela. Não se fala em vítimas humanas. Neste momento regista-se o movimento de passageiros, na sua generalidade senhoras e idosas cujo quotidiano está ligado ao cultivo de subsistência no perímetro agrícola da antiga açucareira. Algum estado de choque é visível, mas ao menos sem danos piores. No local, estão pelo menos três carruagens/vagões danificados.
Gociante Patissa
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domingo, 29 de janeiro de 2017

Divagações | DESPARASITAÇÃO ANTI-FEICI INTERROMPIDA

Na sequência do edital publicado nas últimas 24 horas por sua excelência eu, dando conta de um período de ausência cá do bairro feicibukiano por desactivação da conta, voltamos à baila para anunciar o seguinte:

Ponto um e único: corria muito bem a "desparasitação" anti redes sociais que o meu lado cidadão idealizou, mas por razões de força-maior teve de ser interrompida pouco depois de completar 24 horas. Tudo, por imperativos e compromissos (redundância propositada) de outro lado também meu, o literário, pelo que reabrimos as portas como retornados mas, nunca abrindo mão do direito à revolta passiva, também só teremos uma presença a meio-gás. Ainda era só isso. Obrigado

Gabinete de sua excelência eu em Benguela, hoje.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Divagações | Antecipando dúvidas

Está praticamente tomada a decisão de uma retirada do convívio facebukiano por um tempo não calculado a partir de uma data também ainda não definida (falta achar o feriado que mais coincida com o gesto). A saída de sua excelência eu da rede social, está garantido, não produzirá para já outros prejuízos que consigam ir além do facto de sua excelência você vir cá ao mural e me encontrar que não estou. Acto contínuo, mas como isso ultimamente é uma sociedade em que até para tossir ou deixar de tossir o cidadão precisa de lavrar um edital, aproveita sua excelência eu para esclarecer ao mundo, à SADC, ao mercado paralelo, à CPLP, aos peixes no mar, no rio, no lago, à Região dos Grandes Lagos, aos Ministérios, à Mossad, à CIA, comunidade castrense angolana, mercado de capitais, bolsa de valores, sindicato dos kupapatas, Ligas femininas, enfim, becos e sanzalas o seguinte:
a) Não é nenhuma promessa religiosa nem tampouco é alguma medida contra doenças contagiosas, entre elas a poluição da contra-informação pré-eleitoralista
b) Não aderi a nenhum partido político (pelo que está fora de questão a hipótese de se tratar de cumprimento da disciplina partidária)
c) Não estou a fugir às dívidas (quem achar que lhe devo que atire a primeira letra)
d) Não fui flagrado em conflito de interesses afectivos
e) Não é directiva de agente editorial, que por acaso não tenho
f) Não é por etc., ou vírgula, ou ponto.
g) Não é a primeira vez que me retiro e o manual de astrologia diz que em princípio não há nenhum risco de depressão derivada do isolamento e das saudades, até porque o sol abrasador cá da banda não dá margem para amuos. Portanto, não é por aí.

E porque também se diz que quem ameaçar ir quer ficar, é provável que não haja uma segunda via deste edital. Cumpra-se! Gabinete de sua excelência eu, hoje. Ainda era só isso. Obrigado. hahah
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Humor | O chinês

Chinês é detido por vender um terreno de 20/20 metros a 5 pessoas. Já na esquadra o investigador dirige a palavra ao chinês dizendo:
-Você é bandido, como é que vende um terreno a 5 pessoas?
-Eu não bandido - Respondeu o chinês - eu falá tudo amigo, terreno glande, fazê plédio. Um amigo vivê 1° andar, outro vivê 2° andar, outro 3°andar, outro 4°andar  e outro 5° andar, tudo amigo fica casa. Ainda fazê loja baixo plédio. Como fala eu bandido?! Eu ajudá angolano.
(Recebido sem identificação de autor)😂😂
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Opinião | Rádio Ecclesia, à procura de si própria, "recicla" quadros e programas dispensados

Foi com agradável surpresa que dei conta dum "desesperado" pacote de mudanças mais ou menos radicais levadas a cabo pelo novo director, padre Maurício Camuto, num recuo que se propõe devolver aos ouvintes a "confiança" que, para muitos, já só restava no slogan, posta que vinha sendo de parte, segundo acusações reiteradas, a acutilância em temas social e politicamente mais estruturantes, para só focar a sua emissão na vertente de evangelização. 

Para ser mais directo, sintonizei esta manhã a emissora católica de Angola online, a Rádio Ecclesia, que emite a partir de Luanda. É um projecto ao qual o autor destas linhas esteve ligado em 2004, quando iminente se fazia o arranque por Benguela, tendo aderido ao projecto por via de um casting de redactor-repórter-noticiarista e figurado entre os quatro finalistas seleccionados ao cabo de três meses de estágio intensivo.

Como que decidido a se penitenciar pelo produto servido durante os dois mandatos do director cessante, o também padre Kintino Kandandji que, como devemos andar recordados, teve de ser (auto)afastado a meio a polémicas envolvendo a União Europeia (acusada de tentar influenciar a linha editorial e conspirar contra o governo angolano), a nova direcção não só "repescou" quadros até então dispensados, como também decidiu repôr na grelha programas "deletados" por Kandandji, apesar dos seus tão aludidos níveis de audiência. 

No "Discurso Directo" de hoje, programa com formato de entrevista de perfil e com incidência no exercício da cidadania, foi realmente agradável ouvir um entrevistador de volta à casa em que enriqueceu a folha de serviço. 

Walter Cristóvão, moderador, repórter e ao que consta chefe de produção, teve como convidado o jornalista e docente Ismael Mateus, uma das figuras incontornáveis do espaço público angolano, onde é dos mais frontais e influentes fazedores de opinião. Sim, senhora! Foi um bom serviço público. Para que não restem dúvidas, um spot da estação dá conta da inclusão de novos produtos na programação mas também, para gáudio de ouvintes cativos, de outros, quer de entretenimento, quer de opinião e cidadania activa. 

Com mais de meio-século de história, a emissora católica cultiva o velho sonho da sua expansão para demais províncias do território nacional, tendo instalado estúdios e emissores há treze anos, sonho entretanto inviabilizado por falta de autorização do ministério de tutela. Conformada com a barreira legal que limitava as rádios comerciais FM a um raio inferior a 80 km quadrados, a igreja chegou a desistir do conceito de emissão nacional e os estúdios passaram a ter estatuto de rádios diocesanas. 

Mas apesar de as crispações entre a igreja e o governo serem coisas do passado e a aproximação diplomática ser evidente, quando o assunto é a abertura das rádios já prontas em Benguela, Kwanza-Sul, Kunene, Huambo, Cabinda e Zaire, o que de tangível para já existe são mesmo só a entrada do processo de solicitação de licença de emissão e os ciclos de esperança. 

A pergunta de retórica que a um leigo como nós ocorre é: a que se deve então este recuo de conceito de serviço público do projecto Ecclesia, se a Rádio não mudou de proprietários, portanto foi a mesma Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST) que apoiou os "cortes" editoriais de Kandandji?
Gociante Patissa, Benguela, 25 Jan 2017
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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Citação

"Até fez um bom investimento e tem um equipamento em condições. Só que já não está a aprimorar o fotógrafo, está-se a especializar é noutra coisa: no lightroom."
(Conversa de bar)
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Divagações | LETRA DO MEU KU-DURO QUE ACABEI DE "COMPOSITAR"

Ó chuva, dona chuva! Devolve-me ao menos o pregão das vendedoras de hortaliças. Ó chuva, já chega! Devolve-me o canto das zungueiras. Tenho peixe a congelar, restos de cebola. E dinheiro no bolso. Uma rua alagada, um silêncio sem graça.
Ainda era só isso. Obrigado hahaha
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Diário | PARA QUE SERVE A NOITE ENTÃO, AINDA TE LEMBRAS?!

(I)
“Mas, ó marido! Eu já ando muito farta deste teu amor aos pedacinhos!…”
“Isso são modos de se exprimir, ó bebé?”
“Você me desculpe, mas ninguém entra num casamento para merecer isto!…”
“Mas a que propósito vem este desabafo?”
“Me fala só: ainda te lembras da última vez que te deixaste achar na cama à hora do galo cantar?”
“Até me sinto mal. Por que é que não falaste mais cedo? Será que te faço faltar amor?”
“Hum…”
“Meu bem, ainda há pouco fizemos amor…”
“Mas a que custo, homem?! Tivemos de mandar as crianças irem brincar na rua, com o risco de atropelamento…”
“Mas foi bom, não foi? Diz que sim, querida, eu adoro ver-te no pico dos teus prazeres…”
“É sempre assim. É que eu não percebo, sinceramente, esta vida de amor aos pedaços. Caramba! Para que serve a noite então, ainda te lembras?!”
“Querida, são ossos do ofício. Não é fácil ser jornalista neste país onde as fontes se fecham mais rápido do que o instintivo pestanejar. Então é pela noite, já desligado dos medos do escritório, que se conseguem furos. No bar, na discoteca, na praia, enfim…”
“E na putaria também, não é isso, meu amor?…”
“Por tudo o que é mais sagrado!, eu sou fiel. Fiel a ti e fiel à profissão. Apenas jornalista… E jornalista é vinte e quatro horas por dia, querida. Peço compreensão, por favor…”

(II)
“Aló, mulher, preciso de ti, estou a morrer!!! Áááiii! Fala só com o teu pai, faz favor…”
“Aló, marido. Não se ouve bem. O é que se passa? O mundo acaba hoje ou quê?!”
“Fui assaltado no escuro – ááiii, dói muito! – Levei uma faca do peito! Preciso de dinheiro urgente para ser atendido aqui na clínica… – ááiii”
“Mas a esta hora vou acordar o meu pai?! E se ele estiver a marejar no milagroso casulo de quem ao seu lado dia-a-dia acorda?”
“Faz favor só… – ááiii, dói horrivelmente!”
“Liga para a ENSA, querido…”
“Não tenho seguro de saúde, filha. Senão já o saberias…– ááiii - Eu não te escondo nada...”
“Mas não ligas para o teu patrão no jornal então porquê?!”
“Não é possível, eu ganho por cada reportagem. O esfaqueamento foi antes de colher a matéria, e como não há nada a publicar, portanto – ááiii – não tenho direito à avença…”
“Ai, afinal só em casa é que és jornalista vinte e quatro horas por dia?!”

Gociante Patissa. Aeroporto Internacional da Catumbela, 23 Jan 2017
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Crónica | As partidas do Eliseu

A pior das partidas que nos pode alguém chegado pregar é, certamente, partir.

Eliseu Mondi Pedro Figueiredo confunde-se com a língua inglesa, à qual viria a dedicar duas décadas de auto-didactismo, chegando a dar aulas no terceiro nível dos Bambus na Katombela, onde residia, e mais tarde no católico Instituto de Ciências Religiosas de Angola (ICRA), no bairro da Caponte, Lobito, onde veio a residir. O extrovertido, criativo e brincalhão Mr. Elisha (por si próprio pronunciado /elitsha/) abraçou o inglês por influência do irmão mais velho, dos poucos tradutores benguelenses no contexto de emergência, resultante do fracasso eleitoral de 1992, a época dourada da ONU e demais agências internacionais de caridade.

Já na sexta classe, dava o Eliseu nas vistas pelo vício das contagens em voz alta, qual récita a Shakespeare, pelos corredores da escola Comandante Dangereux, na Katombela. E pregava bwé de partidas aos colegas, eles que mal sabiam o que era o verbo «To Be». Mesmo já quando o conheci na sétima classe, onde começava o ensino de inglês antes de surgir essa coisa chamada reforma educativa, foi com o inevitável receio de lidar com ele, pois era reinante o espírito de competição entre os falantes. A empatia foi à primeira vista!

De carteira acabamos sendo colegas até ao primeiro ano do ensino médio, optando pelo curso de ciências sociais no Centro Pré -Universitário (PUNIV) do Lobito. O Eliseu pregaria outra partida a professores e alunos com uma suposta habilidade em conjugar o «To Be» na língua Umbundu, quando na verdade dizia o verbo defecar. E ria-se à brava, para o meu desgosto.

Estamos em 1996 e eu, que gozava já de certa notoriedade mediática por colaborar num programa infanto-juvenil da Televisão Pública de Angola, não via como continuar os estudos.

Como se não bastasse andar de ténis com a sola gasta ao ponto de o polegar beijar o chão, impunha-me o professor Barros um ultimato; não tolerava o bloco de facturas para os apontamentos do seu sagrado português. Só podia ser indisciplina, acreditava ele. Por seu turno, o professor Kupuiya, com quem me havia incompatibilizado pela imaturidade com que o corrigia em plena aula, decidira ser pai; isentou-me de pagar as folhas de prova de inglês. Como compensação, eu partilhava com ele jornais e livritos que me chegavam por correspondência. Mas… e as outras provas? Eram dez disciplinas, e o Eliseu teve a providencial ideia de custear boa parte delas. Financiava de vez em quando um lanche na cantina da professora Belinha. Ofertou-me também uma camisola lilás com a qual fui a tempo de fazer bonito na TV.

Bem, depois de o agradecer no meu livro de estreia, Consulado do Vazio, entendi metê-lo na primeira versão deste livro de crónicas, enquanto personagem de uma cena da vida real num texto que está lá mais para diante, que ele iria a tempo de ler se o salto entre o fim da escrita e a colheita em papel fosse menos elástico. Muito longe de imaginar que tivesse tão cedo de traçar esta outra crónica panegírica.

Julgava-se no direito de arranjar um emprego que prestigiasse a minha vocação e aptidão. Há dois meses, falou-me da oportunidade numa promissora multinacional japonesa no Huambo como tradutor e assessor de comunicação. Fiquei à espera de mais dados. E o Eliseu foi hoje a enterrar, derrotado por um estado de saúde que há muito titubeava. Ninguém faz ideia dos últimos suspiros do homem. Espero que tenham sido sob um sonho com diálogos em inglês. Seja como for, Eliseu, não te perdoo essa partida de partires!
Lobito, 9 Junho 2014

Gociante Patissa. In «O Apito Que Não Se Ouviu», 2015. Pág. 56-57. União dos Escritores Angolanos. 1.ª Edição. Luanda, Angola . 2015 Colecção: «Sete Egos»
___________
(*) livro de crónicas disponível na Livraria Sucam e na Tabacaria Grilo, em Benguela, ou na sede da União dos Escritores Angolanos, em Luanda, sita no Largo das Escolas. Mil Kwanzas o exemplar
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(arquivo) Divagações | Sonhos do meu sobrinho de oito anos

Questionado pela mãe sobre o que quer ser quando for grande, Alex não gaguejou: "Presidente!" Para quê?, continuava a mãe: "Para mandar. Se quero comer arroz, ou beber água fresca ou sumo, essas coisas assim..." Neste caso, inquiria outra vez a mãe, quem vai pensar no que fazer pelo país? "Isso é trabalho do governo!" 
 Ainda era só isso. Obrigado. Boa segunda-feira a todos.
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A Voz do Olho Podcast, EP1, Temp 2

Gociante Patissa recita poema "Alugam-se velhos" na RTP África

A Voz do Olho Podcast

[áudio]: Académicos Gociante Patissa e Lubuatu discutem Literatura Oral na Rádio Cultura Angola 2022

Puxa Palavra com João Carrascoza e Gociante Patissa (escritores) Brasil e Angola

MAAN - Textualidades com o escritor angolano Gociante Patissa

Gociante Patissa improvisando "Tchiungue", de Joaquim Viola, clássico da língua umbundu

Escritor angolano GOCIANTE PATISSA entrevistado em língua UMBUNDU na TV estatal 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre AUTARQUIAS em língua Umbundu, TPA 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre O VALOR DO PROVÉRBIO em língua Umbundu, TPA 2019

Lançamento Luanda O HOMEM QUE PLANTAVA AVES, livro contos Gociante Patissa, Embaixada Portugal2019

Voz da América: Angola do oportunismo’’ e riqueza do campo retratadas em livro de contos

Lançamento em Benguela livro O HOMEM QUE PLANTAVA AVES de Gociante Patissa TPA 2018

Vídeo | escritor Gociante Patissa na 2ª FLIPELÓ 2018, Brasil. Entrevista pelo poeta Salgado Maranhão

Vídeo | Sexto Sentido TV Zimbo com o escritor Gociante Patissa, 2015

Vídeo | Gociante Patissa fala Umbundu no final da entrevista à TV Zimbo programa Fair Play 2014

Vídeo | Entrevista no programa Hora Quente, TPA2, com o escritor Gociante Patissa

Vídeo | Lançamento do livro A ÚLTIMA OUVINTE,2010

Vídeo | Gociante Patissa entrevistado pela TPA sobre Consulado do Vazio, 2009

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