quarta-feira, 16 de janeiro de 2019
Humor
“Lamento informar, meu caro. Pelo estado avançado da tua doença, o diagnóstico
indica que já só tens seis meses de vida”, diz o médico, ao que o paciente
responde:
“Mas, doutor!, não consigo pagar a conta do tratamento neste período…”
“Não faz mal, então dou-te mais seis meses de vida.”
(anónimo/ do filme "A Última Gargalhada", via Netflix)
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
SOBRE A ALEGADA AUTENTICIDADE DO CHEQUE FILIPINO DE USD 50 BI NO CASO BURLA À TAILANDESA | "Isto é impossível", assegura o empresário José Carlos Cunha
"Se isto acontecesse mexia com
todas as bolsas internacionais. Hoje não existe essa liquidez concentrada numa
só entidade. Isto são valores de Estado e não de um mero Investidor Privado,
por maior que seja. Esqueçam isto, se faz favor. O julgamento está para breve e
esta(s) fake news são para distrair.
Por que se falsificou assinaturas de um
alta figura do Governo, se a operação era limpa? Deixemo-nos de tretas?"
(Fonte: Mural de João Assis Gonçalves Neto, facebook 14.01.2019)
PS:
"Não existe nenhum cheque de 50
Bilhões. Nem o Bill Gates passa cheque de 50 Bilhões 😜
Deixem de menosprezar a inteligência do
Povo Angolano.
Pior ainda estamos a falar das
Filipinas.
Onde no mundo de negócios fazem
isso?" (Dinho Jonatão Chingunji, empresário e político)
sábado, 12 de janeiro de 2019
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
sábado, 5 de janeiro de 2019
Lembrete | Livro de contos O HOMEM QUE PLANTAVA AVES (do escritor angolano Gociante Patissa) já disponível nos escaparates em Benguela e Luanda
à venda 2500 kz no quiosque do Movimento Shalom, mercado Municipal de Benguela
EM LUANDA
à venda 2500kz rede de livrarias MULEMBA. Contacte Editora Ed Acácias Acácias, Rua Reverendo Agostinho Pedro Neto, Prédio nº 20, 1º andar - 2.ª porta à esquerda. Contactos: 991123209 / editora.acacias@gmail.com
Também presente na Livraria Mulemba, na Casa da Juventude de Viana.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Editorial | O meu pedido ao Presidente, por José Kaliengue (*)
Tenho de endereçar ao
Presidente da República, João Lourenço, este pedido especial, até porque ainda
vou a tempo, até ao Dia dos Reis. Eu fundamento as minhas razões. Já fiz
viagens em que no “meu” avião seguiam também membros do Governo (incluindo os
actuais), ou membros da nossa chamada elite, quer empresarial, quer económica,
as nossas dondocas incluídas, e há uma característica comum: a viagem pode
durar dezoito horas, mas ninguém leva um livro para ler no percurso. Noutros
países vemos gente a ler no metro, nos autocarros, nos restaurantes, há o
hábito do livro de bolso.
Aqui, entre nós, nem o de cabeceira. Por isso temos o país que
temos, escritores mais conhecidos do que a sua obra, fazem propaganda de si e
pronto, ninguém os lê. Aliás, livro que vende mil exemplares é best seller por
cá. E somos quase trinta milhões de almas.
Neste país cada jornal deveria imprimir cem mil exemplares, mas
nada. Nem pensar. O papel está demasiado caro, a impressão é só para quem paga
pró bónus, sem busca de lucro. Senhor Presidente, cá vai o meu pedido: Uma nova
política do livro.
Uma política que torne o livro um bem essencial, que promova os
nossos escritores, que leve as pessoas a ler, que faça da leitura o mais
importante pilar na edificação do cidadão e da sociedade, porque o é. Um povo
que não lê nunca corrigirá o que está mal.
Fonte: Jornal
O País, Luanda, 03 Janeiro 2019
(*) O autor é também o director do segundo diário
angolano, que é propriedade do grupo privado Medianova












