sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Entre hoje e amanhã, bem no último minuto da virada, vou tomar um trago, bem amargo, embora saiba à partida que nunca chegará a ser mais amargo do que a impotência e o cansaço que me envolvem. Esse preto está cansado desse pega, que no fundo nada pega! E como profissional de prostituição, quando amanhecer, será mais um dia, com a diferença apenas de ser um pouco mais chato do que os demais nesse 2011.
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Em nome dele


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Ganhei do amigo Carlos Pacatolo o mais recente romance de Pepetela, depois de ter ganho no princípio deste ano ou fim do passado um livro (poesia/prosa) de Nuno Júdice, das mãos da amiga Cristina Amado. Na verdade, Foi nesse mesmo período que ganhei Sabor de Maboque, de Dulce Braga. Bom, não vale esquecer Sonância, do amigo Martinho Bangula nem tampouco Gravidez de um por do Sol, do amigo Lara. Houve um ano que ganhei via correios dois livros de Lili Laranjo, um dos quais com poemas de Natal. Em resumo, tenho sido um gajo de sorte rsrsrsrs, e olha que não inclui aqui os digitais.

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Ruído

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domingo, 4 de dezembro de 2011

Crónica: Outro domingo que ofereci aos sobrinhos


Regressado por volta das 14h00 do Lobito, onde investi a manhã com o rotineiro passeio até à ponta da Restinga, seguido de uma paragem em casa da mamã, tirei a tarde para cumprir a segunda parte da promessa de passear com sobrinhos. Muito gelado e espreitadela à praia (sem mergulhar, ainda).

Pelo Caminho da Baía Azul constatamos com agrado as obras de ampliação da rodovia, que vai do cine Kalunga à vila da Baía Farta. A turística Baía Azul recebeu-nos, alegre, com diversidade de visitantes, enfim, tudo para termos um dia diferente. Fomos até ao topo norte, de onde se aprecia a imensidão do oceano e, ao longo do arco, a ligação com a piscatória Baia Farta. Infelizmente, fomos forçados a dar meia-volta, porque ali mesmo, sítio tão de todos, às 16h00, havia um Jeep com casal a ter relações sexuais.

Entusiasmadas as sobrinhas pelo colorido de um lodge ao longo do troço, não tive outra alternativa senão desviar até este. Portão aberto, ninguém para dar satisfação, crianças brincando, alegres, no fundo do quintal. Conclusão: podia-se lá ter e apreciar os animais da selva e as belas plantas. Errado. Uma matilha surgiu do meio do nada para desencorajar os curiosos, que ficaram a salvo graças à atenção dos guardas. Acabou tudo em sorrisos.

De volta, pelas imediações do antigo posto de controlo, no desvio que se tornou obrigatório para o acesso à Baia Farta enquanto durarem as obras da via, estava montado o cenário de fatal acidente. Estatelado no asfalto, o cadáver aguardava-se pela polícia de trânsito. Sem camisa, provavelmente pelo ambiente de praia, o finando vinha ao volante de uma motorizada Delop, que embateu forte e feio contra um turismo.

Foi um dia memorável. Espero, na minha qualidade de tio que passa mais tempo na conversa com computadores e turbinas de avião, voltar a proporcionar um passeio melhor, ou no mínimo igual a este, no ano que vem. É uma pena que me tenha esquecido de levar a máquina fotográfica.

Gociante Patissa, Benguela, 4 de Dezembro de 2011
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sábado, 3 de dezembro de 2011

Rádio Diocesana de Benguela celebra primeiro aniversário de emissão à distância


A equipa juntou-se este sábado (03/12) nas suas instalações, ao lado do Bispado, para comemorar o primeiro aniversário do “Magazine da Rádio Diocesana de Benguela”. Trata-se de um espaço de informação generalista sobre Benguela, produzido nesta província do litoral centro do país e enquadrado na programação da Rádio Ecclesia de Luanda, que o emite às manhãs de segunda-feira para aquela cidade na frequência de 97.5 FM.

O “Magazine Diocesano” é o mais visível sinal de aspiração da extensão do sinal da Emissora Católica para todo o território angolano, um projecto que se acreditava arrancaria em 2004, altura em que se intensificou a instalação de estúdios e repetidoras em mais de seis províncias. Entretanto, a primeira fase viria a revelar-se um erro de concepção, já que visava restituir a cobertura nacional do sinal da Ecclesia em FM e onda curta, que se quebrou com o fim da era colonial. A lei em vigor reserva tal privilégio à estatal Rádio Nacional de Angola. O clero viu-se forçado a redesenhar o projecto para rádios de âmbito provincial, estando desde o ano passado à espera da luz verde do Ministério da Comunicação Social para o arranque.

Na cidade de Benguela, enquanto a permissão não surge, o estúdio do projecto, que tem à cabeça o Pe. Kakepa Graciano, retomou o processo de selecção de novos talentos através da formação-acção. São na sua maioria jovens que tomam contacto pela primeira vez com o mundo da rádio. O veterano José Manuel Alberto, que traz a experiência das rádios Benguela e Morena, considera haver condições técnicas e humanas suficientes para o arranque da Diocesana, e com isso reforçar a pluralidade.

Horácio dos Reis integra os 16 funcionários que dão vida à Diocesana. É o chefe de redacção e mentor da emissão online, através do site www.radiodiocesanadebenguela.net. Na visão do seu criador, o site permite medir progressivamente o retorno da sociedade. “As pessoas continuam a pedir mais. Antes era maioritariamente gente na diáspora, mas agora, até mesmo os cidadãos residentes”, realça.

No ar há sete meses, o site teve, ainda segundo Reis, três momentos altos de transmissão em directo: a cobertura do “Quintas de Debate”, sob promoção da ONG Omunga (transmitido para Luanda em conexão com a Rádio Despertar); a cobertura da missa do corpo presente do Pe. Celestino Kamuko (transmitido para Luanda com a Rádio Ecclesia); e uma emissão a partir do Lobito, que dista 30 quilómetros do estúdio.

Gociante Patissa, Benguela, 03/12/11
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Rádio Diocesana de Benguela tem talentos prontos para o mercado

Lídia da Silva
Lídia da Silva e três outras raparigas, uma das quais sonoplasta, destacaram-se entre as duas centenas de jovens que vão surgindo para o teste. “Quando ouvi que deram continuidade ao projecto anterior, há um ano, vim para cá”, conta. O Blog Angodebates quis saber como se sentia com a não abertura de facto, já que a maioria dos angolanos não está familiarizada com a Internet, onde ouviria a emissão online. “Dizer que me sinto bem, se calhar, estaria a mentir, uma vez que o nosso trabalho só é ouvido em Luanda, e quando vamos entrevistar, o público tem expectativa de acompanhar os seus pronunciamentos”, confessou.

Hipólito Pinto

Da mesma tristeza alinha Hipólito Pinto, 27 anos, que se juntou à equipa há um ano, atrás de um sonho. Hoje é repórter, locutor e entende de sonorização. “Me deixa muito triste. Se pudéssemos fazer qualquer coisa para abrir essa rádio, faríamos. Mas estamos também expectantes. À medida que caminhamos, acreditamos que o dia da abertura está quase”, disse.


António Mateus
António Mateus, 22 anos, é outro polivalente. “É um sonho que sempre tive, ser profissional da comunicação social, não digo apenas em rádio, mas agora vejo que a rádio é uma paixão, é aqui que estou a dar os primeiros passos”, revelou, para logo falar do impasse da abertura: “É uma pena. Conheço bem o país, como ele está a andar. E sabemos que as causas da não abertura da rádio, se a gente comenta, cria uma certa polémica”, referiu.


Samuel Quijingo
Samuel Quijingo, 31 anos, desdobra-se entre a informação e o entretenimento, sendo o animador do programa vespertino “geração fantástica”, emitido em directo via Internet. Encara a realização profissional como uma soma de pequenos passos, pelo que, para quem veio de uma empresa privada de comercialização de perecíveis, está realizado. “Porque me sinto que comecei, estou seguro na classe jornalística”, sentenciou. “Como tenho familiares e amigos em Luanda, sinto que o trabalho é bem recebido pela sociedade”, confessa.


Luciano Cambimbi
Luciano Cambimbi, 29 anos, é da leva que em 2004 acabou vendo o sonho desmoronar. Teria razões para se sentir frustrado, mas, antes, voltou a embarcar nova fase do projecto. “As condições parecem mais sérias do que no projecto anterior, não digo que antes não fossem. Mas é que agora, até, já conseguimos enviar matérias para Luanda, temos um espaço concreto na grelha da Rádio Ecclesia”, assegura. “Há vontade de aprender e aprender mais, para não termos contratempos quando isso abrir”, acrescenta o também editor religioso.

Gociante Patissa, Benguela, 03/12/11
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Peito materno (algures entre os municípios de Caimbambo e Cubal, Benguela)

Segundo Figueiredo Casimiro Casimiro, via facebook, "Esta cerra chama-se VITORIA. Localiza-se no Kalenguele. Gostei dá acesso a minha terra CUBAL".

Eu vejo sempre um peito materno cada vez que olho nela. Nossa Angola tem dessas paisagens que fazem bem à vista de quem "rasga" o país por terra. bom fim de semana, amigo
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Anonimato

Como num empate sem golos, deste encontro nada sobra como evidência. É como se não existisse. 
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A Voz do Olho Podcast, EP1, Temp 2

Gociante Patissa recita poema "Alugam-se velhos" na RTP África

A Voz do Olho Podcast

[áudio]: Académicos Gociante Patissa e Lubuatu discutem Literatura Oral na Rádio Cultura Angola 2022

Puxa Palavra com João Carrascoza e Gociante Patissa (escritores) Brasil e Angola

MAAN - Textualidades com o escritor angolano Gociante Patissa

Gociante Patissa improvisando "Tchiungue", de Joaquim Viola, clássico da língua umbundu

Escritor angolano GOCIANTE PATISSA entrevistado em língua UMBUNDU na TV estatal 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre AUTARQUIAS em língua Umbundu, TPA 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre O VALOR DO PROVÉRBIO em língua Umbundu, TPA 2019

Lançamento Luanda O HOMEM QUE PLANTAVA AVES, livro contos Gociante Patissa, Embaixada Portugal2019

Voz da América: Angola do oportunismo’’ e riqueza do campo retratadas em livro de contos

Lançamento em Benguela livro O HOMEM QUE PLANTAVA AVES de Gociante Patissa TPA 2018

Vídeo | escritor Gociante Patissa na 2ª FLIPELÓ 2018, Brasil. Entrevista pelo poeta Salgado Maranhão

Vídeo | Sexto Sentido TV Zimbo com o escritor Gociante Patissa, 2015

Vídeo | Gociante Patissa fala Umbundu no final da entrevista à TV Zimbo programa Fair Play 2014

Vídeo | Entrevista no programa Hora Quente, TPA2, com o escritor Gociante Patissa

Vídeo | Lançamento do livro A ÚLTIMA OUVINTE,2010

Vídeo | Gociante Patissa entrevistado pela TPA sobre Consulado do Vazio, 2009

Com tecnologia do Blogger.

TV-ANGODEBATES (novidades 2022)

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