sábado, 4 de janeiro de 2014

Citação

"Há duas coisas que não faço no meu programa, eu não humilho nem bajulo os meus entrevistados. Não convido alguém para ser distratado, e eles percebem logo que não estão aí para atacar A ou B"- Armindo Laureano falando à Rádio Benguela sobre a compilação em livro das entrevistas biográficas a diversas personalidades que conduziu, hoje.
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"A inteligência francesa é muito superior à portuguesa. A França reconhece e, hoje, a obra de Aime Cesaire é de leitura obrigatória na academia; ao contrário de Portugal que ainda continua com um discurso que relativiza os males da colonização. Ali quase ninguém conhece a obra "O recolher das armas", de Amílcar Cabral (...) Esses poetas africanos tinham uma retórica de denúncia, de acusação do papel da força desintegradora, não apenas de afirmação da negritude"- de uma académica angolana à Rádio Nacional a propósito de mais um assinalar da data do massacre da Baixa de Kassanji. 04.01.14
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Ainda sobre o enquadramento do 4 de Janeiro...

Gostei do trabalho jornalístico feito pela Rádio Benguela (que pecou apenas por não nos dar a ouvir vozes a favor do regime colonial, de tanto que sabemos que as há). No todo, foi valioso ouvir o professor Brechet Cativa, que a partir do Cubal falou do mote da revolta popular contra o que considerou de "algodocracia", para se referir à obrigação das autoridades coloniais no sentido de toda a população cultivar apenas algodão, abdicando inclusive da sua necessidade de sobrevivência/agricultura. O rendimento, disse o professor, não passava de 30 USD. Por seu turno, o historiador Tuca Manuel deu a entender que Portugal não passava de objecto das potências imperialistas, na medida em que o armamento com que bombardeou os indígenas (os mártires da repressão colonial) só foi possível de obter graças ao estatuto de membro da Nato. Ou seja, havia grandes potências na ocupação e exploração colonial.
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O ACÚSTICO

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Mirabilis de ferro. Lobito, hoje.

Mirabilis de ferro. Lobito, hoje.
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"A inteligência francesa é muito superior à portuguesa. A França reconhece e, hoje, a obra de Aime Cesaire é de leitura obrigatória na academia; ao contrário de Portugal que ainda continua com um discurso que relativiza os males da colonização. Ali quase ninguém conhece a obra "O recolher das armas", de Amílcar Cabral (...) Esses poetas africanos tinham uma retórica de denúncia, de acusação do papel da força desintegradora, não apenas de afirmação da negritude"- de uma académica angolana à Rádio Nacional a propósito de mais um assinalar da data do massacre da Baixa de Kassanji. 04.01.14
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Citação

"Eu, quando entrego pautas à secretaria pedagógica, falo mesmo: está aí; se quiserem mexer, vocês já é que sabem. Porque eu já sei... Se você se mete a controlar como é que um aluno que só tinha notas baixas aprovou mais tarde, você só se vai stressar."
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Anedota

Uma vez um fotógrafo foi convidado para jantar em casa de um amigo. Durante a conversa, o fotógrafo começou a mostrar as suas imagens premiadas aos convidados. O seu amigo ficou bastante impressionado e disse: 
“Parabéns! Você tira fotos muito boas! Deve ter câmaras e lentes realmente boas."
O fotógrafo foi surpreendido pelo comentário, mas não pronunciou uma palavra. Após o jantar ter sido servido, ele agarrou a oportunidade e comentou:
“Você cozinha muito bem! Deve ter panelas muito boas!"
(Autor desconhecido)
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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Caso 1

Aos meus amigos advogados e futuros profissionais da lei, aqui vai a solicitação de patrocínio judicial para um processo sumário. A balança do meu local de trabalho diz que"ganhei" quase dois quilos. Que anda ela a sugerir, que durante a quadra festiva comi mais que a idade? Difamação pura! Exijo reposição da verdade hahaha
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CITAÇÃO

"Lembro-me de 2013 como se fosse ontem. E tu?"
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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

CITAÇÃO

"Os melhores poetas estão atados à terra. Eles vivem vidas comuns e utilizam roupas comuns. Eles andam incógnitos por aí, ainda assim olham para o mundo com olhos atentos. Seja preso em uma reunião ou cruzando uma rua da cidade, eles cultivam as suas habilidades de observação. Eles olham e então olham novamente, sabendo que lá deve haver mais." (Chris Orwig, in Poesia Visual-um guia para inspiração e criatividade fotográfica. Pag 34. 2010. Alta books, rio de Janeiro. Brasil)
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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

A Voz do Olho Podcast, EP1, Temp 2

Gociante Patissa recita poema "Alugam-se velhos" na RTP África

A Voz do Olho Podcast

[áudio]: Académicos Gociante Patissa e Lubuatu discutem Literatura Oral na Rádio Cultura Angola 2022

Puxa Palavra com João Carrascoza e Gociante Patissa (escritores) Brasil e Angola

MAAN - Textualidades com o escritor angolano Gociante Patissa

Gociante Patissa improvisando "Tchiungue", de Joaquim Viola, clássico da língua umbundu

Escritor angolano GOCIANTE PATISSA entrevistado em língua UMBUNDU na TV estatal 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre AUTARQUIAS em língua Umbundu, TPA 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre O VALOR DO PROVÉRBIO em língua Umbundu, TPA 2019

Lançamento Luanda O HOMEM QUE PLANTAVA AVES, livro contos Gociante Patissa, Embaixada Portugal2019

Voz da América: Angola do oportunismo’’ e riqueza do campo retratadas em livro de contos

Lançamento em Benguela livro O HOMEM QUE PLANTAVA AVES de Gociante Patissa TPA 2018

Vídeo | escritor Gociante Patissa na 2ª FLIPELÓ 2018, Brasil. Entrevista pelo poeta Salgado Maranhão

Vídeo | Sexto Sentido TV Zimbo com o escritor Gociante Patissa, 2015

Vídeo | Gociante Patissa fala Umbundu no final da entrevista à TV Zimbo programa Fair Play 2014

Vídeo | Entrevista no programa Hora Quente, TPA2, com o escritor Gociante Patissa

Vídeo | Lançamento do livro A ÚLTIMA OUVINTE,2010

Vídeo | Gociante Patissa entrevistado pela TPA sobre Consulado do Vazio, 2009

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TV-ANGODEBATES (novidades 2022)

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