quinta-feira, 26 de julho de 2018

Hoje costumava ser o teu dia, pai. Do oco robusto das revoluções, das disciplinas, dos sacrifícios, da veneração hierárquica, das ractificações, sobra-nos o teu sobrenome e as lições do que não repetir em nome de uma ingenuidade chamada pátria, ó camarada. Nem bandeira nem memória nem ideais. Quem e o que foste tu senão um camponês qualquer letrado e moldado a São Nicolau? Nada a esperar senão dos teus próprios órfãos. (Victor Manuel Patissa, Julho de 1946 - Julho de 2001)

Victor Manuel Patissa, Julho de 1946 - Julho de 2001
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