Edição angolana do livro de contos

Edição angolana do livro de contos
Edição angolana do livro de contos

PONTOS DE VENDA

PONTOS DE VENDA
PONTOS DE VENDA: União dos Escritores Angolanos; Rede de Supermercados KERO; Tabacaria GRILO (edifício do Mercado de Benguela); Livraria SUCAM, Benguela; Livrarias LELLO, MENSAGEM e na SALA DE EMBARQUE do AEROPORTO INTERNACIONAL 4 DE FEVEREIRO, Luanda

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Salvador da Bahia | Hoje é o grande dia de Angola na Festa Literária do Pelourinho “FLIPELÔ” 2018

G. Patissa e a Secretária de Cultura do Estado
da Bahia, Arany Santana
Decorre desde quarta-feira, 08 de Agosto, a “FLIPELÔ”, Festa Literária do Pelourinho, que nesta segunda edição inscreve uma tertúlia com Angola, representada pelo escritor benguelense Gociante Patissa, convidado palestrante internacional para a mesa de debate intitulada “Conversa com o autor, Com os Pés na África”. Acontece às 20 horas do Brasil (24 de Angola) no Teatro SESC-SNAC Pelourinho com a participação do jornalista e autor Sérgio Túlio Caldas e mediação de Zulu Araújo, Coordenador da Fundação Pedro Calmon. Amanhã, o autor terá outra mesa-redonda na casa do Olodum, a banda de Samba conhecida mundialmente por ter acolhido Michael Jackson.

Gociante Patissa desembarcou na cidade de Salvador ao meio-dia de quinta-feira, 09 de Agosto, e mal teve tempo para descansar, tal é a intensidade da agenda e o envolvente clima festivo da Flipelô. A primeira paragem oficial foi na Secretária de Cultura do Estado da Bahia onde foi recebido em audiência pela titular do pelouro, Arany Santana.

No encontro de boas-vindas, o escritor ofereceu à Secretária de Cultura do Estado da Bahia um exemplar do seu primeiro livro de contos, “A Última Ouvinte”, editado pela União dos Escritores Angolanos em 2010, um exemplar da antologia “Angola 40 Anos – 40 Autores – 40 Contos”, publicada pela Mayamba no ano de 2015 para comemorar o 40.º aniversário da Independência nacional, bem como um exemplar do Jornal de Angola, diário oficial, edição de 7 de Agosto, que estampa na última página a notícia do evento que o fez deslocar à Bahia. Em retribuição, Arany Santana, proeminente activista da resistência do movimento negro, ofereceu um considerável acervo bibliográfico sobre estudos da memória oral e etnográfica de alguns segmentos excluídos.
G. Patissa e a senadora Lídce da Mata

Seguidamente, a fundação Pedro Calmon proporcionou um almoço de cortesia com a senadora federal  Lídice da Mata, que em 1992 foi eleita primeira prefeita da história da cidade de Salvador, e também a primeira mulher em tal posto.

A par de se desdobrar em contactos e intercâmbios com escritores e editores, visitou ainda vários pontos de atracção, com destaque para a casa museu de Jorge Amado e Zélia Gattai, dirigida por Ângela Fraga e Ticiano Martins, de quem partiu afinal o sonho da Flipelô. Aliás, por estes dias, quem visita Salvador encontra uma cidade que não tem horas para dormir, com uma pauta vibrante intercultural que abarca a gastronomia, a dança, a capoeira, exposições, colóquios, bibliotecas itinerantes, enfim, uma festa de invejar.
G. Patissa e Miriam Fraga

Gociante Patissa visita esta manhã o incontornável Centro Cultural Casa de Angola na Bahia, dirigido pelo artista plástico e curador Benjamim Sabby, onde fará uma doação simbólica de alguns livros seus e outros para reforçar a biblioteca. De recordar que logo à noite no Teatro SESC-SNAC Pelourinho com a participação do jornalista e autor Sérgio Túlio Caldas e mediação de Zulu Araújo, Coordenador da Fundação Pedro Calmon.
 
Lenda das fotos: 1 e 2: Gociante Patissa e Arany Santana; 3: com a senadora Lidce da Mata; 4: cartaz da tertúlia de 11/08 no Olodum
Reportagem: Henrique Kalonga
Fotos de Nana Carvalho
www.angodebates.blogspot.com

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