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domingo, 5 de fevereiro de 2017

Divagações | Variáveis da reconciliação nacional vista pela teoria da comunicação

Não, vale já esclarecer em função do título, não se trata de nenhum extracto de livro de epistemologia em ciências da comunicação. Estas linhas breves procuram apenas dar eco a uma abordagem profunda e singela feita por um cidadão moçambicano, por sinal uma referência no ramo do teatro, quando instado a se pronunciar sobre o papel da arte ou a visão do artista em relação à reconciliação nacional, longa entrevista emitida pelo canal moçambicano STV Notícias. Puxando do seu fértil raciocínio, aquele artista elevou a coisa a um patamar que subtilmente chama à responsabilidade de outro sector crucial e transversal. Mais palavra, menos palavra, citamos de memória o que disse o interlocutor: É uma grande hipocrisia a forma como se fala da reconciliação nacional. A reconciliação nacional não é o aperto de mãos e, pronto, estamos reconciliados. A reconciliação nacional é tu me chamares para a tua estação televisiva, dar-me espaço para entrevista, mas também vermos a intenção da tua pergunta ou o que quero atingir com a minha resposta. Portanto, disse o homem, se não se vir bem o sentido de integridade, passa a ser manipulação. Ainda era só isso. Obrigado.

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