PONTOS DE VENDA

PONTOS DE VENDA
PONTOS DE VENDA: União dos Escritores Angolanos; Rede de Supermercados KERO; Tabacaria GRILO (edifício do Mercado de Benguela); Livraria SUCAM, Benguela; Livrarias LELLO, MENSAGEM e na SALA DE EMBARQUE do AEROPORTO INTERNACIONAL 4 DE FEVEREIRO, Luanda

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Utilidade pública | Sobre candidaturas à bolsa Ler Angola 2016

Em função de muitas e repetidas solicitações que me chegam de amigos interessados em ver publicados seus projectos de livro (vertente literária ou escrita criativa), tendo como base o facto de eu fazer parte dos «novos autores» publicados na edição 2014, através do livro de contos «Fátussengóla, O Homem do Rádio Que Espalhava Dúvidas», pois aqui vai:

a) Fiquei a saber que as inscrições para a Bolsa Ler Angola 2016 já estão abertas. É possível (re)enviar para os e-mails dijumartins@gmail.com e para geral@lerangola.com


b) Caso se mantenham (como até aqui consta) as condições com que foi lançado o programa governamental de fomento da leitura e escrita, a par da publicação do livro, os novos autores recebem via transferência bancária o prémio de 250 mil kwanzas, agregados à distribuição pela Rede KERO e pela livraria Texto Editores, a divulgação em jeito de sinopse pela TPA2, mais cerca de 60% das vendas

c) O programa Ler Angola é gerido pelo GRECIMA (Gabinete de Revitalização e Execução da Comunicação Institucional e Marketing da Administração), que também reedita obras mais antigas na colecção designada «11 Clássicos». Regulamento e mais informações estão disponíveis na página https://web.facebook.com/lerangola/

d) Em termos de testemunho, devo dizer que a bolsa «Ler Angola», que visa incentivar o gosto pela leitura e escrita, promovendo a marca Angola, é das iniciativas de encorajar, considerando sobretudo o seu alcance social. Não podendo falar pelos outros, considero eu que o projecto ainda não conseguiu transpor o grande mal da literatura feita em Angola, a débil distribuição. Tendo começado bem, assiste-se entretanto, nos últimos seis meses à escassez do produto, defraudando-se daí a procura.

e) Não, não tenho um tio general, ou ministro, ou sobrenome, ou qualquer entidade que me esteja a «levar ao colo». Arriscar, depois de criar e caçados os erros, tem sido o caminho. Não, não publiquei tudo o que quis, também escrevi porcarias que muito sabiamente foram rechaçadas por uma ou outra editora. E já agora, também não faço parte do projecto nem tenho qualquer poder de decisão. Este post é um contributo, uma questão de utilidade pública. Nós, aqui, só temos um lema: «O NOSSO TRABALHO É TRABALHAR!»
Boa sorte!
Gociante Patissa (Benguela, 15.01.2016)

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