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sábado, 13 de junho de 2015

Semanário Angolense celebra o português em sessão especial do «funji de bacalhau»

Texto e fotos: Lucas Adão, in Semanário Angolense, 13/06/15

O Semanário Angolense procedeu, finalmente, à entrega de um exemplar da obra «800 anos/O futuro da Língua Portuguesa», editado em Portugal a propósito do oitavo centenário desse idioma multinacional, a cada um dos seus colaboradores que dela participaram, em cerimónia que decorreu no restaurante Esquimó, à Vila Alice, sob a forma de um almoço de confraternização.

O livro «800 anos/O futuro da Língua Portuguesa» é uma colectânea de textos escritos no ano passado por jornalistas, escritores e outros académicos de todos os países lusófonos, no quadro de uma iniciativa do jornal português PÚBLICO para celebrar o oitavo centenário desse idioma, celebrado a 27 de Junho. Os autores debruçar-se-iam sobre o futuro da Língua Portuguesa à luz da realidade local dos respectivos países.

O Semanário Angolense participou do dossier com 11 textos, mas só sete acabaram por figurar na colectânea, sendo dois do seu director, o jornalista Salas Neto, e os demais dos escritores Luís Fernando, Kajim Bangala e Gociante Patissa e dos académicos Paulo de Carvalho e Filipe Zau. O livro, editado pela «Bela e o Monstro», numa parceria entre o PÚBLICO e um denominado «Movimento-2014», seria lançado oficialmente a 5 de Maio último, na sede da CPLP em Lisboa, na data em que se celebrou, pela primeira vez, o Dia Internacional da Língua Portuguesa. Salas Neto esteve na cerimónia, tendo feito esforços no sentido de trazer a Luanda um exemplar para cada um dos seus colaboradores, entre permanentes e individuais, que acabaram por ser incluídos na obra.

E foi a estes a quem se fez «solenemente» a entrega nesta sessão especial do «Funji de Bacalhau». Entre todos, apenas o sociólogo Paulo de Carvalho não recebeu o seu, por se encontrar no estrangeiro. Quem também esteve ausente, mas delegou alguém para o representar na cerimónia, foi o jovem escritor Gociante Patissa. O promotor cultural Laureano Tchoia, delegado por si, recebeu-o na sua conta. A cerimónia acabaria por ser alargada aos membros da confraria, tendo-se registado a presença de dois membros do seu conselho de sábios, o decano Reginaldo Silva e o incontornável Mariano de Almeida.

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