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sábado, 27 de junho de 2015

Por uma lei para todos e não para alguns | COLECTIVO DE ARTES OMBAKA DE MALAS FEITAS PARA O BIÉ

O colectivo de Artes Ombaka deixou a província de Benguela na tarde deste sábado (27/06), rumo à província do Bié, para uma expedição de dois dias que inclui a exibição da peça «A Lei», a convite do grupo teatral Olombangi (que na língua Umbundu quer dizer as testemunhas).


Vencedora do prémio de melhor espectáculo do Festival de Cazenga no ano 2011, na província de Luanda, a peça teatral «A Lei» foi internacionalizada no passado dia 06/06 em Moçambique, onde o grupo participou no Festival Internacional de Teatro do Inverno.

«A peça retrata o conflito entre dois reinos, dos quais se destaca um em que o conflito gira em torno do rei cujo filho quebra gravemente as leis, e o pai é obrigado a sentencia-lo à morte», conta ao Blog Angodebates Sincero Muntu, um dos responsáveis do colectivo de Artes Ombaka. Esteves Quina, também ele membro de direcção, resume o enredo muito liminarmente: «Falamos de um reino onde a lei é para todos, e não para alguns».

Sobre a situação do sector do teatro em Benguela, e de modo geral um pouco por toda a Angola, Sincero Muntu tem um olhar optimista, sem deixar de resumir os empecilhos a três grandes factores, nomeadamente, a falta de salas, o ainda fraco interesse da imprensa na cobertura e divulgação, bem como as exíguas oportunidades de formação. Quanto à relação entre os grupos, diz que é boa, o que tem ajudado a superar a falta de investimentos, apontando como exemplo o facto de Benguela acolher dois festivais em menos de três meses.
Gociante Patissa (texto e foto)

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